Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2006, no Amapá, foram eleitos 24 deputados estaduais. As maiores bancadas foram as do PDT, do PMDB e do PT do B, com 3 cada. A maior votação foi de Roberto Góes (PDT), com 10.641 votos (3,54% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 12.524 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 3.813: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Trocar de eleição: ano e cargo▾
Ano da eleição
GCargo em 2006
Aptos360.614
Compareceram309.127
Abstenções51.487
Brancos3.473
Nulos4.959
Válidos300.572
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
24 cadeiras na Assembleia Legislativa do Amapá, distribuídas entre 14 partidos. A cadeira é aproximadamente ~12.524 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PDT + PMDB625,00%
59.674 nominais + 6.826 de legenda
PT do B + PFL520,83%
45.068 nominais + 1.463 de legenda
PSBPartido Socialista Brasileiro28,33%
25.176 nominais + 3.786 de legenda
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira28,33%
24.306 nominais + 1.947 de legenda
PT + PL28,33%
22.729 nominais + 2.206 de legenda
PTB + PMN28,33%
18.617 nominais + 547 de legenda
PVPartido Verde28,33%
13.200 nominais + 277 de legenda
PCBPartido Comunista Brasileiro14,17%
10.193 nominais + 370 de legenda
PSCPartido Social Cristão14,17%
18.226 nominais + 497 de legenda
PSLPartido Social Liberal14,17%
9.956 nominais + 214 de legenda
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Eleição Geral·2006·Deputado Estadual·Amapá (AP)
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.