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Termos de Uso

Termos de Uso do Radar do Voto

Versão 1.2 · Em vigor desde 15 de outubro de 2026 · Versões anteriores: 1.1 e 1.0

O que mudou na versão 1.2 (15 de outubro de 2026). Entraram os planos Radar (Municipal, Estadual e Brasil), por 30 dias ou por 1 ano, e a renovação automática do plano de 30 dias pago no cartão de crédito (seções 6.2 e 6.3). Entraram os Relatórios em PDF, entregues por e-mail (seção 6.7). Os resultados de 2026 aparecem conforme o TSE divulga e podem mudar por retotalização (seções 4 e 5). Os dados para a nota fiscal passam a ser pedidos depois que o pagamento é aprovado (seção 6.8). Na versão 1.1 (30 de setembro de 2026) entraram o login pelo código de 6 números e pela conta Google, e a possibilidade de login e cobrança para ver os resultados de 2026 por cidade nos momentos de alto número de acessos.


1. Em uma página

  • O Radar do Voto mostra resultados de eleições brasileiras de 1933 a 2024, a partir dos arquivos públicos do Tribunal Superior Eleitoral, e os resultados de 2026 conforme o TSE os divulga.
  • Também mostramos as candidaturas registradas para a eleição de 2026, conforme os registros que o TSE publica, com atualização diária. Como esse registro muda até o fim do prazo, para informação atualizada em tempo real recomendamos consultar diretamente a fonte oficial, o TSE.
  • Não somos o TSE, não temos vínculo com ele e não falamos por ele.
  • Consultar é gratuito. Não cobramos nada para ver as páginas de resultado, menos os resultados de 2026 por cidade, que podem exigir login e cobrança por causa do alto número de acessos. Há também um Painel Presidencial gratuito, acessível com cadastro.
  • Há também produtos pagos: o Mapa do Voto, os planos Radar (Municipal, Estadual e Brasil, por 30 dias ou por 1 ano) e outros Painéis de análise, que dão acesso a painéis por login, e os Relatórios em PDF, entregues por e-mail. O que são, como se paga, como se recebem e por quanto tempo valem está na seção 6, e o detalhe no Contrato de Licença de Uso e Prestação de Serviços.
  • Se você acha que um dado seu está errado ou não deveria estar aqui, há um caminho para pedir correção: seção 10, e o detalhe está na Política de Privacidade.

Usar o site significa concordar com estes Termos.

2. Quem é responsável pelo site

O Radar do Voto é operado por RADAR DO VOTO ASSESSORIA E CONSULTORIA POLÍTICA E ELEITORAL LTDA, inscrita no CNPJ 68.178.265/0001-18.

Como falar com a gente:

O e-mail é o canal de correção e de contato, inclusive para pedidos relativos a dados pessoais.

3. O que o Radar do Voto é, e o que ele não é

É um acervo organizado de resultados eleitorais oficiais, com ferramentas para navegar por eleição, por estado, por cidade, e por pessoa.

Não é:

  • Não é o TSE, nem a Justiça Eleitoral. Não temos vínculo, convênio ou patrocínio de nenhum órgão público. Usamos os arquivos abertos do TSE.
  • Não é pesquisa eleitoral, projeção, prognóstico ou aposta. Nada no site estima o que vai acontecer.
  • Não é propaganda eleitoral nem apoio a candidato, partido, federação ou coligação. O site trata todos os registros do mesmo jeito, com o mesmo desenho, na ordem em que a votação os coloca.

4. De onde vêm os dados e quando foram extraídos

Os dados vêm dos arquivos de dados abertos do TSE: votação por candidato, detalhamento de comparecimento, votação por partido, consulta de candidaturas, a prestação de contas eleitorais (arrecadação, doadores e gastos de campanha) e os arquivos de fotografia de candidato. Os resultados de 2026 vêm da divulgação oficial do TSE, feita durante e depois da apuração, e são atualizados aqui à medida que o TSE os publica. O site só apresenta como eleito quem o TSE declarou eleito.

A extração da base histórica (1933 a 2024) usada na versão atual do site é de 16 de julho de 2026; depois dela, incorporamos correções que o TSE publicou, como a situação final dos eleitos de 2022 e de 2024. As candidaturas e os resultados de 2026 são atualizados conforme o TSE divulga.

Isso importa por dois motivos:

  1. O TSE republica. Ele corrige, completa e reemite arquivos ao longo do tempo. Um número que hoje está aqui pode ter mudado na fonte desde então. Quando houver divergência entre o Radar do Voto e o TSE, o TSE está certo.
  2. Decisões judiciais posteriores não aparecem sozinhas. Cassação, diplomação negada, recontagem, mandato perdido: nada disso entra aqui automaticamente. O que o site mostra é o que o arquivo daquela eleição diz.

5. Limitações que já conhecemos e não escondemos

Preferimos listar do que ser pego. Todas foram medidas nos próprios arquivos:

  • Antes de 1994 não existe resultado por cidade. O TSE só publica por estado nessa era, e não publica identificador de candidato.
  • Em 1994 e 1996 o TSE publicou o total de votos válidos zerado em parte dos arquivos. Onde isso acontece, o site esconde o percentual em vez de mostrar um número inventado.
  • Há eleições em que o TSE não publicou a votação por candidato, mesmo havendo comparecimento registrado. Conferimos no arquivo original: o dado não existe na fonte. Nessas páginas o site diz que o TSE não publicou, em vez de dizer que não houve votação.
  • A ligação entre candidaturas da mesma pessoa é uma reconstrução nossa, não um dado do TSE. De 1998 em diante ela usa o título de eleitor mais a data de nascimento, e é bastante segura. Em eleições anteriores, quando o TSE não publicou esses campos, a ligação usa nome mais o lugar da candidatura e aí pode juntar dois homônimos. Preferimos, sempre que houve dúvida, deixar separado a juntar errado. Estimamos esse risco em cerca de 0,3% das ligações feitas só por nome, cerca de 340 pessoas em um universo de aproximadamente 115 mil ligadas por esse método, dentro de um acervo total de mais de dois milhões de pessoas. Ainda assim, se você vir uma trajetória que mistura duas pessoas, avise: seção 10.
  • Quem teve o registro indeferido ou impugnado aparece. Isso é informação do próprio TSE e é útil para o eleitor. O site escreve essa situação sempre atribuindo à fonte "de acordo com dados do TSE, o registro foi indeferido" e nunca como afirmação nossa sobre a pessoa.
  • Os resultados de 2026 podem mudar depois da noite da eleição. O TSE refaz a totalização (retotalização) quando a Justiça Eleitoral decide sobre registros de candidatura que estavam sub judice ou anula votos, e isso pode mudar votos, eleitos e suplentes. O site acompanha essas mudanças à medida que o TSE as publica, mas pode haver intervalo entre a publicação e a atualização aqui.

Para uso que produza efeito jurídico, financeiro ou eleitoral, confira no TSE.

6. Consulta gratuita e produtos pagos

6.1. Consultar é gratuito. Consultar os resultados eleitorais no Radar do Voto é gratuito e não exige cadastro, menos os resultados de 2026 por cidade, que podem exigir login e cobrança por causa do alto número de acessos. O resultado do país, o de cada estado e todas as eleições anteriores continuam abertos a todos. Quando houver cobrança, o valor aparece na tela antes do pagamento, feito pelo Mercado Pago, e valem as regras dos produtos pagos desta seção. O Painel Presidencial (o mapa do voto para presidente, estado por estado e município a município) também é gratuito, e pede apenas o cadastro para você acessá-lo.

6.2. Produtos pagos: o Mapa do Voto e os planos Radar. Além da parte gratuita, o Radar do Voto oferece o Mapa do Voto, contratado por estado (unidade da federação), que licencia o acesso, por login, aos painéis de análise dos dados públicos do TSE daquele estado. O Mapa do Voto do estado inclui:

  • os dois painéis do estado (a Análise das Eleições Gerais 1994-2022 e o Mapa de Oportunidade 2026), com a análise por bairro e por local de votação incluída; e
  • o Mapa do Voto Municipal de 1 (uma) cidade à sua escolha (prefeito e vereador por bairro e por local de votação), que pode ser de qualquer estado.

Nenhum painel é vendido avulso: a Análise e o Mapa de Oportunidade integram sempre o Mapa do Voto. Cidades adicionais podem ser contratadas à parte.

O Radar do Voto também oferece os planos Radar, contratados por 30 (trinta) dias ou por 1 (um) ano, à sua escolha:

  • Radar Municipal: o Mapa do Voto Municipal de 1 (uma) cidade à sua escolha;
  • Radar Estadual: a Análise das Eleições Gerais de um estado, com a análise por bairro e por local de votação, e o Mapa do Voto Municipal de todas as cidades desse estado;
  • Radar Brasil: o mesmo que o Radar Estadual, nos 27 estados.

Todos os planos Radar incluem o Radar Comparativo, que compara candidatos entre si, por cidade, por bairro e por local de votação, em todo o país.

6.3. Como se contrata e por quanto tempo. A compra é online, pela plataforma de pagamento Mercado Pago (cartão ou Pix); nenhum dado de cartão ou Pix passa pelo Radar do Voto. O preço é o valor exibido na tela de pagamento no momento da compra, e pode ser promocional ou ter desconto no Pix. Nos Painéis, confirmado o pagamento, o acesso é liberado na hora, por link enviado ao seu e-mail. Os Relatórios seguem a seção 6.7. O acesso é individual e nominal ao Contratante e vale pelo prazo informado na tela de compra (o Mapa do Voto, por 1 (um) ano; os planos Radar, por 30 (trinta) dias ou por 1 (um) ano, conforme o prazo escolhido; outros Painéis podem ter prazo menor).

O pagamento é único, com uma exceção: o plano Radar de 30 (trinta) dias pago no cartão de crédito é contratado com renovação automática, e o mesmo valor é cobrado a cada mês, até você cancelar. A tela de pagamento diz isso antes de você pagar. Quem prefere um pagamento único paga por Pix. Antes de cada cobrança avisamos por e-mail, e você cancela pela sua conta no site, a qualquer momento: o cancelamento vale para as cobranças seguintes, e o acesso continua até o fim do período já pago. No Pix, e no plano de 1 (um) ano, o pagamento é sempre único e não se renova sozinho.

6.4. O Contrato rege a compra. A contratação do Mapa do Voto, dos planos Radar e dos Relatórios, com todos os seus detalhes (o que inclui, preço, pagamento, renovação automática e cancelamento, prazo de acesso ou de entrega, cidade incluída e cidades adicionais, cupom, restrições de uso e exportações de apoio), é regida pelo Contrato de Licença de Uso e Prestação de Serviços, que você lê e aceita no momento da compra. Em caso de divergência sobre a contratação, prevalece o Contrato.

6.5. Quem pode comprar, e o uso eleitoral. Os produtos pagos podem ser adquiridos por qualquer pessoa, física ou jurídica, inclusive candidatos, partidos, federações, coligações e agentes de campanha. O Radar do Voto fornece uma ferramenta de análise de dado público (seção 3) e não responde pelo uso eleitoral que o Contratante faça do produto; cabe a quem contrata observar a legislação eleitoral aplicável, inclusive as regras de propaganda, de arrecadação e gastos de campanha e de prestação de contas.

6.6. Outros Painéis pagos. O Radar do Voto também pode oferecer outros Painéis pagos de análise dos dados públicos do TSE, como o Radar das Campanhas (o financiamento das campanhas: arrecadação, doadores e gastos, a partir da prestação de contas eleitorais) e o Radar dos Doadores. O que cada um inclui, o preço e o prazo de acesso são os exibidos na tela de compra no momento da contratação; a contratação é regida pelo mesmo Contrato (seção 6.4).

6.7. Relatórios em PDF. O Radar do Voto também vende relatórios em PDF sobre a eleição de 2026: o Relatório do candidato (de uma candidatura de 2026, a qualquer cargo, por cidade ou com bairro e escola) e os relatórios de lugar (de uma cidade, de um estado ou do Brasil). Cada relatório é um arquivo, não um acesso a painel: você recebe por e-mail um link para baixá-lo, que vale pelo prazo informado na compra. Alguns relatórios são vendidos em pré-venda, antes de o TSE divulgar os dados que eles usam, e são entregues depois que esses dados saem, sem data fixa. Você pode comprar vários de uma vez, em um único pagamento. O detalhe está no Contrato (seção 6.4), cláusulas 1.10 a 1.12, 6.9, 6.10 e 7.5 a 7.10.

6.8. Nota fiscal. Depois que o pagamento é aprovado, pedimos os dados para a nota fiscal de serviço: CPF ou CNPJ, nome ou razão social, e-mail para envio e, conforme o caso, endereço e celular para contato. O pedido aparece na tela de compra concluída, no e-mail de confirmação e no painel, onde os dados também podem ser editados. Quando o pagamento já traz o nome, o CPF ou CNPJ e o endereço de quem pagou, esses dados vêm preenchidos para conferência. A nota é emitida e enviada ao e-mail informado.

7. Cadastro

O site funciona sem cadastro para consultar resultados: ninguém precisa se identificar para ver os dados eleitorais, menos os resultados de 2026 por cidade nos momentos de alto número de acessos (seção 6.1). Antes de tudo, o Radar do Voto existe para dar transparência às eleições e para servir de memória: reunir em um só lugar quem concorreu, quantos votos teve e o que aconteceu em cada eleição, de 1933 até hoje. É uma ferramenta para o eleitor entender o passado e decidir melhor o próximo voto. Por isso a consulta é, e continuará sendo, aberta a todos, com essa exceção.

O cadastro serve para salvar candidatos, acompanhar as eleições, acessar o Painel Presidencial gratuito, ver os resultados de 2026 por cidade quando exigirem login, contratar e acessar os produtos pagos (os Painéis do Mapa do Voto e os planos Radar) e comprar os Relatórios em PDF, e tem as regras abaixo.

  • Serão pedidos dados para cadastro. O que se faz com cada um, e por quê, está na Política de Privacidade.
  • O cadastro e o login usam o e-mail: enviamos um link e um código de 6 números, e você entra com qualquer um dos dois, sem senha. Você também pode entrar com a sua conta Google.
  • Se você contratar um produto pago, o acesso ao painel é pelo mesmo login, e a confirmação da compra chega por e-mail. Se o seu plano tiver renovação automática (seção 6.3), é na sua conta que você a acompanha e cancela. Os termos da compra estão no Contrato (seção 6).
  • Você é responsável pelos dados que informa. Informar o e-mail ou o telefone de outra pessoa não é permitido.
  • Ao se cadastrar, você concorda com estes Termos e com a Política de Privacidade.
  • As novidades e dicas do Radar do Voto são enviadas por legítimo interesse (LGPD, art. 7º, IX). Você pode recusá-las a qualquer momento, com um clique no rodapé de qualquer e-mail de novidades, sem entrar na conta.
  • Você pode apagar a conta, e apagar significa apagar de verdade, não desativar. O que sobrevive, e por qual obrigação legal, está na Política de Privacidade.

8. O que você pode e o que você não pode fazer com o conteúdo

Pode, livremente: consultar, ler, imprimir, citar, tirar print, compartilhar link, usar em aula, em reportagem, em trabalho acadêmico, em material de campanha própria. Só pedimos que cite a fonte "TSE, via Radar do Voto" porque o dado é do TSE e a organização é nossa.

Não pode:

  • Raspar o site em massa: robô, script, crawler ou serviço que baixe páginas em série para reconstruir a base.
  • Contornar os limites técnicos de uso (limitação de requisições, bloqueios de segurança, restrição de acesso).
  • Reproduzir o site inteiro ou grande parte dele como se fosse outro serviço, com ou sem nossa marca.
  • Usar a marca "Radar do Voto", o logotipo ou o desenho das páginas sem autorização.
  • Usar o conteúdo para constranger, ameaçar, perseguir ou assediar alguém, ou para montar dossiê sobre a vida privada de pessoa determinada. A análise da votação de uma candidatura, que é ato público (seção 9), não é dossiê.
  • Tentar invadir, sobrecarregar ou degradar o funcionamento do site.

Aplicamos limite automático de requisições por origem. Uso normal de gente de verdade não chega perto dele. Quem passa recebe erro temporário; quem insiste pode ser bloqueado.

Sobre direitos: os números, nomes, partidos, situações de candidatura e fotografias são dado público produzido pelo Estado, e não pertencem ao Radar do Voto: ninguém precisa de autorização nossa para usá-los. O que é nosso é a seleção, a organização, o cruzamento entre eleições, os textos explicativos, o código e a identidade visual. Esse conteúdo editorial é protegido por direito autoral e seu uso além da citação da fonte depende de autorização escrita nossa.

9. Sobre publicar nome, partido, votação e foto de candidatos

O site publica, de eleições de 1933 a 2026: nome, nome de urna, partido, número, cargo, unidade eleitoral, votação, situação da candidatura e, das eleições de 2010 em diante, a fotografia oficial de campanha.

Tudo isso vem dos arquivos que o próprio TSE publica em portal de dados abertos. Candidatura é ato público por definição: quem se registra para disputar um cargo eletivo submete seu nome ao eleitorado, e o resultado dessa disputa é registro histórico de interesse público permanente.

Se você aparece no site e entende que há erro, use o caminho da seção 10. Analisamos todo pedido, e a Política de Privacidade descreve o que conseguimos e o que não conseguimos fazer.

10. Erro, correção e retirada

O canal de correção é o e-mail [email protected]. Escreva com:

  1. o endereço (link) da página onde está o problema;
  2. o que está errado, na sua leitura;
  3. por que, se você souber, de preferência apontando a fonte que mostra o número certo.

11. Links e serviços de terceiros

O site leva a serviços que não são nossos: o WhatsApp, o portal do TSE, o Mercado Pago (pagamento) e o Google (login, quando você escolhe entrar com ele). Cada um tem os próprios termos e a própria política de privacidade, e não respondemos pelo que eles fazem.

12. Responsabilidade

Na medida em que a lei permitir, não respondemos por prejuízo indireto, lucro cessante ou perda de oportunidade decorrente do uso (ou da impossibilidade de uso) do site, nem de decisão tomada com base em número não conferido na fonte oficial.

13. Mudanças nestes Termos

Podemos alterar este texto. Quando a mudança for relevante, avisamos no site. A data da versão em vigor fica sempre no topo, e mantemos um histórico público das versões anteriores destes Termos. A mudança não altera compra já feita: cada compra segue o Contrato vigente na data em que foi feita (Contrato, cláusula 14.1).

14. Lei aplicável e foro

Aplica-se a lei brasileira.

Fica eleito o foro da comarca de São Paulo, capital do Estado de São Paulo, para dirimir qualquer questão decorrente destes Termos.