G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
O mesmo cargo aparece duas vezes porque um lugar votou em data diferente do resto do país (por adiamento, por exemplo).
Em 2020, 16 prefeitos foram eleitos no Amapá (1 no 2º turno), segundo os dados do TSE. Os partidos que mais elegeram: DEM (5), PDT (2) e PP (2). A lista abaixo traz cada cidade com o prefeito eleito e os votos.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
16 prefeituras, distribuídas entre 10 partidos.
Isto não é uma Casa. Cada disputa aqui tem um vencedor só; a barra soma quantas prefeituras cada partido conquistou em AP, o que dá a medida de força da legenda naquela eleição, não uma bancada que se reúne. Onde houve 2º turno, vale o resultado dele, e cada lugar é contado uma única vez. E esse total tampouco alcança o número de municípios do país: o Distrito Federal e Fernando de Noronha não elegem prefeito, e alguns municípios tiveram a eleição anulada e votaram só em eleição suplementar, contada à parte. Vale o partido na eleição: quem trocou de legenda depois da posse não muda este número.