G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2008, 16 prefeitos foram eleitos no Amapá (1 no 2º turno). Os partidos que mais elegeram: PDT (4), PMDB (3) e PT (3). Na capital, Macapá, Roberto Góes (PDT) venceu no 2º turno, com 91.558 votos (51,7%). A lista abaixo traz cada cidade com o prefeito eleito e os votos.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
16 prefeituras, distribuídas entre 7 partidos.
Isto não é uma Casa. Cada disputa aqui tem um vencedor só; a barra soma quantas prefeituras cada partido conquistou em AP, o que dá a medida de força da legenda naquela eleição, não uma bancada que se reúne. Onde houve 2º turno, vale o resultado dele, e cada lugar é contado uma única vez. E esse total tampouco alcança o número de municípios do país: o Distrito Federal e Fernando de Noronha não elegem prefeito, e alguns municípios tiveram a eleição anulada e votaram só em eleição suplementar, contada à parte. Vale o partido na eleição: quem trocou de legenda depois da posse não muda este número.