Leury Farias

Foto de Leury Salles Farias
Leury Farias
Leury Salles Farias (nome civil)
5 eleições entre 2000 e 2010 · último partido PP
49 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Deputado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Leury Farias (Leury Salles Farias) disputou 5 eleições entre 2000 e 2010, para deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Macapá em 2004 e 2000. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AP: 4.384 votos. Na campanha de 2010 para deputado estadual por AP, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 5 mil em 2008 e R$ 36 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

1.823 votos em 2010 · 5 eleições

A votação de Leury Salles Farias em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

VereadorDep. Estadual

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 6 mil em receitas · R$ 6 mil em gastos contratados

Leury Farias declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006 e 2010, e vereador em Macapá (AP) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 6 mil em receitas: R$ 1 mil de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 6 mil. Em 2008, R$ 5 mil em gastos contratados; em 2006, 58% dos R$ 36 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2010R$ 6 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 6 milcontratados
Gastos em 2008R$ 5 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2008 e 2010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2010Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 6 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 20% · pessoas 25% · próprios 55%
Gasto contratado
R$ 6 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil100,0%
2008Vereador, Macapá (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 5 mil
doações de pessoas
pessoas 31% · próprios 69%
Gasto contratado
R$ 5 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 390,8%
  • Outras 1 categoriaR$ 5 mil99,2%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 36 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 77% · próprios 23%
Gasto contratado
R$ 36 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 21 mil58,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1 mil3,9%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1460,4%
  • Outras 2 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil37,5%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

5 candidaturas · eleito em 2000 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892