Dr Pedro

Foto de Pedro de Paula Rodrigues
Dr Pedro
Pedro de Paula Rodrigues (nome civil)
2 eleições entre 2006 e 2012 · último partido PRP
35 anos em 2012 · Masculino · Superior incompleto
Advogado

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Dr Pedro (Pedro de Paula Rodrigues) disputou 2 eleições entre 2006 e 2012, para vereador e deputado estadual. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2006, para deputado estadual por AP: 214 votos. Na campanha de 2012 para vereador em Planaltina/GO, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 580 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 53 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 630, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 563) e publicidade por materiais impressos (R$ 67). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil, 40% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

67 votos em 2012 · 2 eleições

A votação de Pedro de Paula Rodrigues em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualVereador

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2012: R$ 2 mil em receitas · R$ 630 em gastos contratados

Dr Pedro declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado estadual por Amapá em 2006, e vereador em Planaltina (GO) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2012, declarou R$ 2 mil em receitas: R$ 580 de outras campanhas, R$ 2 mil de doações privadas e R$ 53 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 630, principalmente com combustíveis e lubrificantes (R$ 563) e publicidade por materiais impressos (R$ 67). Em 2006, 40% dos R$ 10 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2012R$ 2 milcampanha encerrada
Gastos em 2012R$ 630contratados
Gastos em 2006R$ 10 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2012

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
2012Vereador, Planaltina (GO)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2 mil
doações de pessoas
partido e outras campanhas 26% · pessoas 72% · próprios 2%
Gasto contratado
R$ 630
o TSE não publica o pago deste ano
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 56389,4%
  • Materiais impressosR$ 6710,6%
2006Deputado estadual, AmapáVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 10 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 92% · próprios 8%
Gasto contratado
R$ 10 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 4 mil40,5%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 1401,4%
  • Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 130,1%
  • Outras 1 categoriaR$ 6 mil58,0%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892