G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 2006
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2006, no Piauí, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior bancada foi a do PMDB (8). A maior votação foi de Lilian Martins (PSB), com 55.795 votos (3,46% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 53.819 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 16.131: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos2.073.504
Compareceram1.738.648
Abstenções334.856
Brancos60.149
Nulos56.952
Válidos1.614.561
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
30 cadeiras na Assembleia Legislativa do Piauí, distribuídas entre 10 partidos. A cadeira é aproximadamente ~53.819 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro826,67%
296.433 nominais + 36.574 de legenda
PTPartido dos Trabalhadores516,67%
166.886 nominais + 44.716 de legenda
PFLPartido da Frente Liberal413,33%
194.760 nominais + 30.130 de legenda
PDTPartido Democrático Trabalhista310,00%
137.030 nominais + 16.540 de legenda
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira310,00%
116.049 nominais + 32.352 de legenda
PTBPartido Trabalhista Brasileiro26,67%
129.466 nominais + 34.352 de legenda
PSBPartido Socialista Brasileiro26,67%
86.797 nominais + 8.020 de legenda
PC do BPartido Comunista do Brasil13,33%
53.737 nominais + 6.834 de legenda
PLPartido Liberal13,33%
33.307 nominais + 2.452 de legenda
PPSPartido Popular Socialista13,33%
25.897 nominais + 3.161 de legenda
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro333.0078 cadeiras
296.433 nominais + 36.574 de legenda · 6,2 quocientes
PFLPartido da Frente Liberal224.8904 cadeiras
194.760 nominais + 30.130 de legenda · 4,2 quocientes
PTPartido dos Trabalhadores211.6025 cadeiras
166.886 nominais + 44.716 de legenda · 3,9 quocientes