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Paulo Borges (Paulo Henrique Silva Borges) disputou 1 eleição, em 2006, para deputado estadual por PI, com 184 votos, segundo os dados do TSE. Não foi eleito, segundo os resultados do TSE. Na campanha de 2006 para deputado estadual por PI, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 650 de doações privadas e R$ 370 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil.
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Paulo Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado estadual por Piauí em 2006. Na campanha mais recente, em 2006, declarou R$ 1 mil em receitas: R$ 650 de doações privadas e R$ 370 de empresas. Os gastos contratados somam R$ 1 mil.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Candidatura única. Nos dados do TSE (1933–2026), esta pessoa concorreu uma vez só, a que aparece acima.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.