8 eleições entre 1996 e 2020 · último partido SOLIDARIEDADE
51 anos em 2020 · Masculino · Superior completo
Sociólogo
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Messias Junior (José Messias Andrade Junior) disputou 8 eleições entre 1996 e 2020, para vereador, deputado federal, deputado estadual e vice-prefeito. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por PI: 3.782 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Teresina/PI, declarou R$ 102 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 94 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 36 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil) e serviços advocatícios (R$ 10 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 32 mil em 2016 e R$ 60 mil em 2012.
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Evolução da votação nas eleições
299 votos em 2020 · 8 eleições
A votação de José Messias Andrade Junior em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorPrefeitoDep. EstadualDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 102 mil em receitas · R$ 94 mil em gastos
Messias Junior declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado estadual por Piauí em 2006, deputado federal por Piauí em 2010, e vereador em Teresina (PI) em 2012, 2016 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 102 mil em receitas: R$ 45 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 49 mil do Fundo Partidário, R$ 6 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 3 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 94 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 36 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 18 mil). Em 2016, R$ 32 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 60 mil em gastos contratados.
Receitas em 2020R$ 102 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 94 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2016R$ 32 milcontratados, campanha encerrada
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Vereador · 2000SUPLENTE637LTeresina, Piauí · 31 anos · Superior incompleto · Servidor Publico Estadual · PSB · nº 40123 · ver resultado completo
Coligação: PDT / PSB / PC do B
Vereador · 1996SUPLENTE570LTeresina, Piauí · 27 anos · Superior incompleto · Estudante · PSB · nº 40678 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.