Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2022, no Amapá, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do PDT (2). A maior votação foi de Josenildo (PDT), com 27.112 votos (6,41% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 52.877 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 9.240: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Resultado atualizado pelo TSE. Em fevereiro de 2024 o STF decidiu que a última rodada da distribuição das sobras eleitorais fica aberta a todos os partidos e candidatos e, em março de 2025, que a regra vale também para a eleição de 2022 (ADIs 7228, 7263 e 7325). Com isso o TSE refez em junho de 2025 a totalização de deputado federal no Amapá, no Distrito Federal, em Rondônia e no Tocantins, e sete cadeiras mudaram de ocupante. Neste estado, entraram na lista de eleitos Aline Gurgel (REPUBLICANOS), André Abdon (PP), Paulo Lemos (PSOL) e Professora Marcivania (PC do B), e saíram Dr. Pupio (MDB), Professora Goreth (PDT), Silvia Waiãpi (PL) e Sonize Barbosa (PL). Esta página já mostra a situação mais recente publicada pelo TSE. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos; STF, ADIs 7228, 7263 e 7325.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~52.877 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 8 cadeiras, 1 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 7 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
Em 2026, o último deputado federal eleito no Amapá fez 15.358 votos. Foram 8 cadeiras e 86 pessoas disputaram.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Quociente | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | 8 | 86 | 57.460 | 15.358 | 34.587 | 16.242 |
| 2022 | 8 | 134 | 52.877 | 9.240 | 27.112 | 13.744 |
| 2018 | 8 | 97 | 45.609 | 11.301 | 24.987 | 12.950 |
| 2014 | 8 | 104 | 48.261 | 10.007 | 22.134 | 17.542 |
| 2010 | 8 | 74 | 42.951 | 10.945 | 28.147 | 19.061 |
| 2006 | 8 | 63 | 35.617 | 9.009 | 29.547 | 10.642 |
| 2002 | 8 | 62 | 29.567 | 7.644 | 23.203 | 10.366 |
| 1998 | 8 | 63 | 22.175 | 6.516 | 13.466 | 6.396 |
| 1994 | 8 | 44 | — | 4.256 | 7.755 | 4.442 |
Quociente é o total de votos que o partido precisa por vaga (votos válidos ÷ cadeiras); a cadeira vai ao seu candidato mais votado. Corte é a menor votação entre os eleitos (o patamar de entrada), e costuma ser bem menor que o quociente. 1º de fora é a maior votação entre os não eleitos, e pode ser maior que o corte (aí aparece destacado), porque a cadeira é do partido antes de ser do candidato. Entenda o corte e o quociente no tutorial.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Trocar de eleição, no alto da página.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
Ver no mapa10 candidaturas desta lista tiveram os votos anulados, segundo os dados do TSE: aparecem no fim, com os votos digitados nas urnas (o boletim de urna), sem percentual e fora da ordem dos válidos, porque esses votos não entram nos votos válidos. A tag ao lado mostra a situação do registro da candidatura nos dados do TSE, que ainda pode mudar com decisão da Justiça Eleitoral. Quando o partido substituiu a candidatura e manteve o número, o boletim não diz de quem era o voto: a linha sai só pelo número.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2026; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador se apuram cidade a cidade (os anos logo acima levam às cidades deste estado; cada cidade também está na aba Cidades).
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.