- Serviços de terceirosR$ 680 mil46,3%
- Serviços advocatíciosR$ 260 mil17,7%
- Cessão ou locação de veículosR$ 188 mil12,8%
- PessoalR$ 155 mil10,6%
- Outras 4 categoriasR$ 185 mil12,6%
Segundo o Radar do Voto, Paulo Lemos (PT) ficou como suplente de deputado federal pelo Amapá em 2026, com 16.242 votos, pelo resultado oficial do TSE. Paulo Lemos (Paulo César Lemos de Oliveira) disputou 9 eleições entre 2000 e 2026, para deputado federal, prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 3 vezes: deputado federal em 2022; deputado estadual em 2018 e 2014. A maior votação foi em 2024, para prefeito em Macapá/AP: 23.491 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 39,7 milhões empenhados em 8 emendas individuais ao orçamento de 2026, para 7 municípios; 76% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado federal por AP, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 51 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 680 mil), serviços advocatícios (R$ 260 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 188 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 1,7 milhão em 2024 e R$ 1,3 milhão em 2022.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Paulo Cesar Lemos de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Paulo Lemos declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: vereador em Macapá (AP) em 2012, deputado estadual por Amapá em 2014 e 2018, prefeito em Macapá (AP) em 2020 e 2024, e deputado federal por Amapá em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 1,9 milhão em receitas: R$ 1,8 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 51 mil de doações privadas (29 doadores) e R$ 5 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com serviços de terceiros (R$ 680 mil) e serviços advocatícios (R$ 260 mil); R$ 608 mil já foram pagos. Em 2024, R$ 1,7 milhão em gastos; em 2022, 55% dos R$ 1,3 milhão em gastos foram com militância e mobilização de rua. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026; 2024: dados do TSE de 14/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Paulo Lemos teve R$ 39,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 8 emendas individuais ao orçamento de 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 7 municípios. Já foram pagos R$ 29,9 milhões (76%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (51%). As cidades que mais receberam foram Macapá, Vitória do Jari e Santana.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 39,7 milhões | R$ 29,9 milhões | 75% | 8 | 7 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
Deputado Federal, 2022: resultado atualizado pelo TSE. Em 2025 o STF decidiu que a regra das sobras eleitorais fixada em 2024 (a última rodada aberta a todos os partidos e candidatos) vale também para a eleição de 2022 (ADIs 7228, 7263 e 7325), e o TSE refez a totalização de deputado federal em junho de 2025. Na totalização original constava não eleito; nos dados mais recentes do TSE consta eleito por média. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos; STF, ADIs 7228, 7263 e 7325.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.