G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 2018
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2018, no Acre, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do MDB (2). A maior votação foi de Mara Rocha (PSDB), com 40.047 votos (9,59% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 52.188 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 9.537: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos547.358
Compareceram443.429
Abstenções103.929
Brancos10.427
Nulos15.500
Válidos417.502
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~52.188 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 8 cadeiras, 5 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 3 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
MDBMovimento Democrático Brasileiro225,00%
48.748 nominais + 2.277 de legenda
1 pela cota + 1 por sobra
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira112,50%
40.047 nominais + 1.844 de legenda
1 pela cota
PDTPartido Democrático Trabalhista112,50%
39.735 nominais + 2.254 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
PTPartido dos Trabalhadores112,50%
39.098 nominais + 3.215 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
DEMDemocratas112,50%
22.263 nominais + 720 de legenda
1 pela cota
SOLIDARIEDADESolidariedade112,50%
22.219 nominais + 764 de legenda
1 pela cota
PC do BPartido Comunista do Brasil112,50%
18.374 nominais + 836 de legenda
1 pela cota
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
2 candidaturas desta lista tiveram os votos anulados, segundo os dados do TSE: aparecem no fim, com os votos digitados nas urnas (o boletim de urna), sem percentual e fora da ordem dos válidos, porque esses votos não entram nos votos válidos. A tag ao lado mostra a situação do registro da candidatura nos dados do TSE, que ainda pode mudar com decisão da Justiça Eleitoral.