- Materiais impressosR$ 680 mil80,0%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 103 mil12,1%
- Cessão ou locação de veículosR$ 57 mil6,7%
- Serviços de terceirosR$ 10 mil1,2%
- Outras 1 categoriaR$ 40menos de 0,1%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Pastor Manuel Marcos (Manuel Marcos Carvalho de Mesquita) disputou 5 eleições entre 2008 e 2018, para deputado federal, vereador e deputado estadual. Ele foi eleito 2 vezes: vereador de Rio Branco em 2016 e 2012. A maior votação foi em 2018, para deputado federal por AC: 7.489 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 15 milhões empenhados em 11 emendas individuais ao orçamento de 2020, para 6 municípios; 91% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por AC, declarou R$ 850 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 150 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 850 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 680 mil), combustíveis e lubrificantes (R$ 103 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 57 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 22 mil em 2016 (56% com publicidade por materiais impressos) e R$ 44 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Manuel Marcos Carvalho de Mesquita em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Pastor Manuel Marcos declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: vereador em Rio Branco (AC) em 2008, 2012 e 2016, deputado estadual por Acre em 2010, e deputado federal por Acre em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 850 mil em receitas: R$ 700 mil do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 150 mil do Fundo Partidário. Os gastos contratados somam R$ 850 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 680 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 103 mil). Em 2016, 56% dos R$ 22 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos; em 2012, 73% dos R$ 44 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Pastor Manuel Marcos teve R$ 15 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 11 emendas individuais ao orçamento de 2020 (legislatura 2019 a 2022), para 6 municípios. Já foram pagos R$ 13,6 milhões (91%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (54%). As cidades que mais receberam foram Bujari, Rio Branco e Mâncio Lima.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2020 | R$ 15 milhões | R$ 13 milhões | 86% | 11 | 6 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.