- PessoalR$ 298 mil42,8%
- Materiais impressosR$ 149 mil21,4%
- Publicidade por adesivosR$ 148 mil21,3%
- Passagem aéreaR$ 22 mil3,2%
- Outras 12 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 79 mil11,4%
Virgílio Guimarães (Virgílio Guimarães de Paula) disputou 11 eleições entre 1982 e 2022, para 1º suplente, deputado estadual, 1º suplente senador, deputado federal, prefeito, senador e governador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2018; deputado federal em 2006, 2002, 1998 e 1986. A maior votação foi em 1994, para senador por MG: 1.369.632 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 11,7 milhões em 54 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 34 municípios; 98% desse valor já foi pago. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 698 mil em receitas: R$ 42 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 420 do Fundo Partidário, R$ 381 de outras campanhas, R$ 579 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 695 mil, principalmente com pessoal (R$ 298 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil) e publicidade por adesivos (R$ 148 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 969 mil, 45% com publicidade por materiais impressos.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Virgílio Guimarães de Paula em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Virgílio Guimarães declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 698 mil em receitas: R$ 42 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 420 do Fundo Partidário, R$ 381 de outras campanhas, R$ 579 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 695 mil, principalmente com pessoal (R$ 298 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil). Em 2006, 45% dos R$ 969 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Virgílio Guimarães indicou R$ 11,7 milhões em 54 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 34 municípios. Até a coleta na fonte, 98% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado de Governo (100%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São João da Ponte, Montalvânia e Mirabela. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 3,7 milhões em 15 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 8 milhões em 39 emendas.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 3,7 milhões | R$ 3,7 milhões | 100% | 15 | 12 |
Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)
Municípios que mais receberam (2023 a 2026)
Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.