Virgílio Guimarães de Paula

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Virgílio Guimarães de Paula
11 eleições entre 1982 e 2022 · PT
73 anos em 2022 · Masculino · Superior completo
Economista
redes informadas ao TSE
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Virgílio Guimarães (Virgílio Guimarães de Paula) disputou 11 eleições entre 1982 e 2022, para 1º suplente, deputado estadual, 1º suplente senador, deputado federal, prefeito, senador e governador. Ele foi eleito 5 vezes: deputado estadual em 2018; deputado federal em 2006, 2002, 1998 e 1986. A maior votação foi em 1994, para senador por MG: 1.369.632 votos. Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, indicou R$ 11,7 milhões em 54 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 34 municípios; 98% desse valor já foi pago. Na campanha de 2018 para deputado estadual por MG, declarou R$ 698 mil em receitas: R$ 42 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 420 do Fundo Partidário, R$ 381 de outras campanhas, R$ 579 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 695 mil, principalmente com pessoal (R$ 298 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil) e publicidade por adesivos (R$ 148 mil). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 969 mil, 45% com publicidade por materiais impressos.

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Evolução da votação nas eleições

91.204 votos em 2018 (eleito) · 11 eleições

A votação de Virgílio Guimarães de Paula em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalGovernadorSenadorPrefeitoDep. Estadualvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 698 mil em receitas · R$ 695 mil em gastos

Virgílio Guimarães declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, e deputado estadual por Minas Gerais em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 698 mil em receitas: R$ 42 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 420 do Fundo Partidário, R$ 381 de outras campanhas, R$ 579 mil de doações privadas (41 doadores) e R$ 77 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 695 mil, principalmente com pessoal (R$ 298 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 149 mil). Em 2006, 45% dos R$ 969 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.

Receitas em 2018R$ 698 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 695 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2006R$ 969 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas22006 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Eleitoral (FEFC)
  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2018Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 698 mil
41 doadores pessoas físicas
FEFC 6% · Fundo Partidário menos de 1% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 83% · próprios 11%
Gasto contratado
R$ 695 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 298 mil42,8%
  • Materiais impressosR$ 149 mil21,4%
  • Publicidade por adesivosR$ 148 mil21,3%
  • Passagem aéreaR$ 22 mil3,2%
  • Outras 12 categoriasinclui R$ 18 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 79 mil11,4%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 11% · pessoas 1% · empresas 79% · próprios 2% · outras 6%
Gasto contratado
R$ 969 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 437 mil45,1%
  • PessoalR$ 102 mil10,5%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 95 mil9,8%
  • Publicidade por carros de somR$ 50 mil5,2%
  • Outras 19 categoriasR$ 285 mil29,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 11,7 milhões indicados · 98% pago · 54 emendas em 34 municípios

Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · pode estar desatualizada3 · números estaduais aproximados4

Na Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais, Virgílio Guimarães indicou R$ 11,7 milhões em 54 emendas estaduais ao orçamento de 2023, para 34 municípios. Até a coleta na fonte, 98% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu na legislatura 2023 a 2026 foi Secretaria de Estado de Governo (100%). As cidades que mais receberam na legislatura 2023 a 2026 foram São João da Ponte, Montalvânia e Mirabela. Por legislatura: na legislatura 2023 a 2026, R$ 3,7 milhões em 15 emendas; na legislatura 2019 a 2022, R$ 8 milhões em 39 emendas.2

IndicadoR$ 11,7 milhõesorçamento de 2023
PagoR$ 11,5 milhões98% do indicado
Emendas54estaduais
Municípios34diferentes
Por ano do orçamento (legislatura 2023 a 2026)
OrçamentoIndicadoPago% pagoEmendasMunicípios
2023R$ 3,7 milhõesR$ 3,7 milhões100%1512

Órgãos que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1Secretaria de Estado de GovernoR$ 3,7 milhões100,0%

Municípios que mais receberam (2023 a 2026)

  1. 1São João da PonteR$ 1,5 milhão40,2%
  2. 2MontalvâniaR$ 500 mil13,4%
  3. 3MirabelaR$ 308 mil8,3%

Fonte: Assembleia Legislativa de MG — Portal da Transparência (Indicações de Emendas Parlamentares 2023-2026), organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩

  4. 4

    Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo de Minas Gerais e a Assembleia Legislativa do Estado de Minas Gerais. ↩

Candidaturas

11 candidaturas · eleito em 2002, 2006 e 2018

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (19) 98166-9885