Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Fernando Pimentel (Fernando Damata Pimentel) disputou 6 eleições entre 2000 e 2022, para deputado federal, governador, senador, prefeito e vice-prefeito. Ele foi eleito 2 vezes: governador em 2014; prefeito de Belo Horizonte em 2004. A maior votação foi em 2014, para governador por MG: 5.362.870 votos. Na campanha de 2022 para deputado federal por MG, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 666 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,1 milhão), publicidade por materiais impressos (R$ 423 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 201 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 9,6 milhões em 2018 e R$ 52,2 milhões em 2014.
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Evolução da votação nas eleições
37.009 votos em 2022 · 6 eleições
A votação de Fernando Damata Pimentel em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2022: R$ 2,3 milhões em receitas · R$ 2,2 milhões em gastos
Fernando Pimentel declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: senador por Minas Gerais em 2010, governador por Minas Gerais em 2014 e 2018, e deputado federal por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 2,3 milhões em receitas: R$ 1,6 milhão do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 666 mil de doações privadas (43 doadores) e R$ 55 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 2,2 milhões, principalmente com pessoal (R$ 1,1 milhão) e publicidade por materiais impressos (R$ 423 mil). Em 2018, R$ 9,6 milhões em gastos contratados; em 2014, R$ 52,2 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2022R$ 2,3 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2022R$ 2,2 milhõescampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2018R$ 9,6 milhõescontratados, campanha encerrada
partido e outras campanhas 18% · pessoas 2% · empresas 79% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 8,8 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 3,3 milhões37,1%
PessoalR$ 1,3 milhão14,9%
Serviços de terceirosR$ 775 mil8,8%
Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 641 mil7,3%
Outras 18 categoriasinclui R$ 1,2 milhão doados a outros candidatos e partidosR$ 2,8 milhões31,8%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2004ELEITO872.601LBelo Horizonte, Minas Gerais · 53 anos · Superior completo · Presidente da Republica, Ministro de Estado, Governador e Prefeito · PT · nº 13 · ver resultado completo
Coligação: PT / PTB / PSL / PTN / PCB / PL / PPS / PMN / PRP / PC do B
Vice-Prefeito · 2000—LBelo Horizonte, Minas Gerais · 49 anos · Superior completo · Economista · PT · nº 131 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PSB / PT / PPS / PC do B / PCB / PTN / PSC / PT do B / PAN
Vice-Prefeito · 2000—LBelo Horizonte, Minas Gerais · 49 anos · Superior completo · Economista · PT · nº 131 · vice não recebe voto nominal · ver a eleição
Coligação: PSB / PT / PPS / PC do B / PCB / PTN / PSC / PT do B / PAN
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.