Ronaldo Vasconcellos

Foto de Ronaldo Vasconcellos Novais
Ronaldo Vasconcellos
Ronaldo Vasconcellos Novais (nome civil)
10 eleições entre 1986 e 2016 · último partido REDE
66 anos em 2016 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Superior

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Ronaldo Vasconcellos (Ronaldo Vasconcellos Novais) disputou 10 eleições entre 1986 e 2016, para vereador, deputado estadual, senador, vice-prefeito e deputado federal. Ele foi eleito 6 vezes: vice-prefeito de Belo Horizonte em 2004; deputado federal em 2002 e 1998; deputado estadual em 1994, 1990 e 1986. A maior votação foi em 2006, para senador por MG: 234.806 votos. Na campanha de 2016 para vereador em Belo Horizonte/MG, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 728 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 94 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com pessoal (R$ 46 mil), publicidade por jornais e revistas (R$ 24 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 7 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 465 mil em 2010 e R$ 492 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

1.821 votos em 2016 · 10 eleições

A votação de Ronaldo Vasconcellos Novais em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalPrefeitoSenadorVereadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2016: R$ 103 mil em receitas · R$ 102 mil em gastos contratados

Ronaldo Vasconcellos declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: senador por Minas Gerais em 2006, deputado estadual por Minas Gerais em 2010, e vereador em Belo Horizonte (MG) em 2016. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2016, declarou R$ 103 mil em receitas: R$ 728 de outras campanhas, R$ 8 mil de doações privadas (7 doadores) e R$ 94 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 102 mil, principalmente com pessoal (R$ 46 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 24 mil). Em 2010, R$ 465 mil em gastos contratados; em 2006, R$ 492 mil em gastos contratados.

Receitas em 2016R$ 103 milcampanha encerrada
Gastos em 2016R$ 102 milcontratados
Gastos em 2010R$ 465 milcontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2016

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2016Vereador, Belo Horizonte (MG)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 103 mil
7 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 8% · próprios 91%
Gasto contratado
R$ 102 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 46 mil45,1%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 24 mil23,6%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 7 mil7,0%
  • Materiais impressosR$ 5 mil5,2%
  • Outras 13 categoriasinclui R$ 300 doados a outros candidatos e partidosR$ 19 mil19,1%
2010Deputado estadual, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 466 mil
sem doações de pessoas
partido e outras campanhas 19% · empresas 76% · próprios 4%
Gasto contratado
R$ 465 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 134 mil28,9%
  • Materiais impressosR$ 101 mil21,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 35 mil7,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 35 mil7,4%
  • Outras 14 categoriasinclui R$ 38 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 161 mil34,7%
2006Senador, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 534 mil
47 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 21% · pessoas 12% · empresas 64% · próprios 3%
Gasto contratado
R$ 492 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 122 mil24,9%
  • Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 94 mil19,1%
  • Serviços de terceirosR$ 91 mil18,6%
  • Despesas postaisR$ 59 mil12,0%
  • Outras 13 categoriasR$ 125 mil25,4%

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

10 candidaturas · eleito em 1998, 2002 e 2004

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892