Antônio Andrade

Foto de Antônio Eustáquio Andrade Ferreira
Antônio Andrade
Antônio Eustáquio Andrade Ferreira (nome civil)
7 eleições entre 1994 e 2018 · último partido MDB
65 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Engenheiro

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antônio Andrade (Antônio Eustáquio Andrade Ferreira) disputou 7 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vice-governador em 2014; deputado federal em 2010 e 2006; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 117.722 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 106,7 milhões empenhados em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 46 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 913 mil em receitas: R$ 101 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 812 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 912 mil, principalmente com pessoal (R$ 517 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 313 mil) e serviços de terceiros (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão em 2010 e R$ 726 mil em 2006.

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Evolução da votação nas eleições

39.037 votos em 2018 · 7 eleições

A votação de Antônio Eustáquio Andrade Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. EstadualDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2018: R$ 913 mil em receitas · R$ 912 mil em gastos

Antônio Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 913 mil em receitas: R$ 101 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 812 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 912 mil, principalmente com pessoal (R$ 517 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 313 mil). Em 2010, R$ 1 milhão em gastos contratados; em 2006, 55% dos R$ 726 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.

Receitas em 2018R$ 913 milcampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 912 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2010R$ 1 milhãocontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2018

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2018Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 913 mil
5 doadores pessoas físicas
pessoas 11% · próprios 89%
Gasto contratado
R$ 912 mil
tudo pago (100%)
  • PessoalR$ 517 mil56,6%
  • Materiais impressosR$ 313 mil34,3%
  • Serviços de terceirosR$ 48 mil5,3%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil1,2%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 340 lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil2,6%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 1 milhão
91 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 43% · pessoas 13% · empresas 27% · próprios 16%
Gasto contratado
R$ 1 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 392 mil38,9%
  • Materiais impressosR$ 149 mil14,7%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 94 mil9,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 76 mil7,5%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 298 mil29,5%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 731 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 1% · empresas 10% · próprios 88%
Gasto contratado
R$ 726 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Serviços de terceirosR$ 400 mil55,1%
  • Materiais impressosR$ 88 mil12,1%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 73 mil10,0%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 44 mil6,1%
  • Outras 17 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 121 mil16,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 106,7 milhões empenhados · 87% pago · 27 emendas em 46 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 06/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Antônio Andrade teve R$ 106,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 46 municípios. Já foram pagos R$ 92,6 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Porto Nacional, Pequizeiro e Araguaína.2

EmpenhadoR$ 106,7 milhõesorçamentos de 2024 a 2026
PagoR$ 92,6 milhões87% do empenhado, com restos a pagar
Emendas27individuais
Municípios46diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2026R$ 32,1 milhõesR$ 23,9 milhões74%618
2025R$ 36,8 milhõesR$ 33,6 milhões91%630
2024R$ 37,8 milhõesR$ 36,1 milhões95%1519
TotalR$ 106,7 milhõesR$ 93,6 milhões88%2746

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 52,9 milhões49,6%
  2. 2Encargos EspeciaisR$ 51,8 milhões48,5%
  3. 3CulturaR$ 700 mil0,7%

Municípios que mais receberam

  1. 1Porto NacionalR$ 6,3 milhões5,9%
  2. 2PequizeiroR$ 5,4 milhões5,0%
  3. 3AraguaínaR$ 4,2 milhões3,9%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

7 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892