- PessoalR$ 517 mil56,6%
- Materiais impressosR$ 313 mil34,3%
- Serviços de terceirosR$ 48 mil5,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 11 mil1,2%
- Outras 7 categoriasinclui R$ 340 lançados como "diversas a especificar"R$ 24 mil2,6%

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Antônio Andrade (Antônio Eustáquio Andrade Ferreira) disputou 7 eleições entre 1994 e 2018, para deputado federal, vice-governador e deputado estadual. Ele foi eleito 5 vezes: vice-governador em 2014; deputado federal em 2010 e 2006; deputado estadual em 2002 e 1998. A maior votação foi em 2010, para deputado federal por MG: 117.722 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 106,7 milhões empenhados em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026, para 46 municípios; 87% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2018 para deputado federal por MG, declarou R$ 913 mil em receitas: R$ 101 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 812 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 912 mil, principalmente com pessoal (R$ 517 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 313 mil) e serviços de terceiros (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1 milhão em 2010 e R$ 726 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Antônio Eustáquio Andrade Ferreira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Antônio Andrade declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 913 mil em receitas: R$ 101 mil de doações privadas (5 doadores) e R$ 812 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 912 mil, principalmente com pessoal (R$ 517 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 313 mil). Em 2010, R$ 1 milhão em gastos contratados; em 2006, 55% dos R$ 726 mil em gastos contratados foram com serviços de terceiros.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Câmara dos Deputados, Antônio Andrade teve R$ 106,7 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 27 emendas individuais aos orçamentos de 2024 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 46 municípios. Já foram pagos R$ 92,6 milhões (87%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (50%). As cidades que mais receberam foram Porto Nacional, Pequizeiro e Araguaína.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 32,1 milhões | R$ 23,9 milhões | 74% | 6 | 18 |
| 2025 | R$ 36,8 milhões | R$ 33,6 milhões | 91% | 6 | 30 |
| 2024 | R$ 37,8 milhões | R$ 36,1 milhões | 95% | 15 | 19 |
| Total | R$ 106,7 milhões | R$ 93,6 milhões | 88% | 27 | 46 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.