- Impulsionamento de conteúdosR$ 1,7 milhão43,7%
- Serviços de terceirosR$ 1 milhão26,3%
- PessoalR$ 353 mil9,3%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 329 mil8,6%
- Outras 11 categoriasR$ 463 mil12,2%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Alexandre Silveira (Alexandre Silveira de Oliveira) disputou 5 eleições entre 2002 e 2022, para senador, 1º suplente e deputado federal. Ele foi eleito 3 vezes: 1º suplente em 2014; deputado federal em 2010 e 2006. A maior votação foi em 2022, para senador por MG: 3.679.392 votos. No Senado Federal, teve R$ 51,2 milhões empenhados em 5 emendas individuais ao orçamento de 2023, para 44 municípios; 94% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2022 para senador por MG, declarou R$ 4,7 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão de outros recursos do partido, R$ 2,3 milhões de doações privadas (36 doadores) e R$ 500 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,8 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1,7 milhão), serviços de terceiros (R$ 1 milhão) e pessoal (R$ 353 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,9 milhões em 2010 e R$ 821 mil em 2006.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Alexandre Silveira de Oliveira em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Alexandre Silveira declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006 e 2010, e senador por Minas Gerais em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 4,7 milhões em receitas: R$ 1,9 milhão de outros recursos do partido, R$ 2,3 milhões de doações privadas (36 doadores) e R$ 500 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,8 milhões, principalmente com impulsionamento de conteúdos (R$ 1,7 milhão) e serviços de terceiros (R$ 1 milhão). Em 2010, R$ 2,9 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 821 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Alexandre Silveira teve R$ 51,2 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 5 emendas individuais ao orçamento de 2023 (legislatura 2019 a 2022), para 44 municípios. Já foram pagos R$ 48 milhões (94%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (57%). As cidades que mais receberam foram Ubaporanga, Entre Folhas e Santana do Paraíso.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 51,1 milhões | R$ 48,2 milhões | 94% | 5 | 44 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 06/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.