Antonio Anastasia declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: governador por Minas Gerais em 2010 e 2018, e senador por Minas Gerais em 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2018, declarou R$ 12,7 milhões em receitas: R$ 2,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 2,7 milhões do Fundo Partidário, R$ 2,1 milhões de outras campanhas e R$ 4,9 milhões de doações privadas (562 doadores e uma vaquinha virtual). Os gastos contratados somam R$ 15,3 milhões, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 7,9 milhões) e publicidade por materiais impressos (R$ 1,8 milhão). Em 2014, 43% dos R$ 18,1 milhões em gastos contratados foram com pessoal; em 2010, R$ 38 milhões em gastos contratados.
Receitas em 2018R$ 12,7 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2018R$ 15,3 milhõescontratados
Gastos em 2014R$ 18,1 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32010, 2014 e 2018
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Eleitoral (FEFC)
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
- Outras origens
Arrecadado
R$ 12,7 milhões
562 doadores pessoas físicas e uma vaquinha virtual
FEFC 23% · Fundo Partidário 22% · partido e outras campanhas 17% · pessoas 39%
Gasto contratado
R$ 15,3 milhões
pago: R$ 12,6 milhões (82%)
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 7,9 milhões52,0%
- Materiais impressosR$ 1,8 milhão12,1%
- Serviços de terceirosR$ 1,6 milhão10,5%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 1,2 milhão7,8%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 75 mil doados a outros candidatos e partidosR$ 2,7 milhões17,5%
Arrecadado
R$ 18,1 milhões
59 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 42% · pessoas menos de 1% · empresas 57%
Gasto contratado
R$ 18,1 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 7,8 milhões43,0%
- Materiais impressosR$ 2,7 milhões15,0%
- Serviços de terceirosR$ 2,6 milhões14,6%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 1,9 milhão10,6%
- Outras 22 categoriasR$ 3 milhões16,7%
Arrecadado
R$ 38 milhões
177 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 48% · pessoas menos de 1% · empresas 50% · próprios menos de 1% · outras 2%
Gasto contratado
R$ 38 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 12 milhões31,4%
- Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 5,7 milhões15,0%
- Serviços de terceirosR$ 4,3 milhões11,2%
- Materiais impressosR$ 3,6 milhões9,5%
- Outras 24 categoriasinclui R$ 210 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 12,5 milhões32,9%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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