Buscar

Marcos Montes

Foto de Marcos Montes Cordeiro
Marcos Montes
Marcos Montes Cordeiro (nome civil)
6 eleições entre 1996 e 2018 · último partido PSD
69 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
Deputado
redes informadas ao TSE

Marcos Montes (Marcos Montes Cordeiro) disputou 6 eleições entre 1996 e 2018, para vice-governador, deputado federal e prefeito, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 5 vezes: deputado federal em 2014, 2010 e 2006; prefeito de Uberaba em 2000 e 1996. A maior votação foi em 2014, para deputado federal por MG: 116.175 votos. Na Câmara dos Deputados, teve R$ 52,5 milhões empenhados em 48 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 72 municípios; 93% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2014 para deputado federal por MG, declarou R$ 3,2 milhões em receitas: R$ 614 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 115 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 2,4 milhões de empresas e R$ 347 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,4 milhão), serviços de terceiros (R$ 1,1 milhão) e locação/cessão de bens móveis (R$ 182 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 2,2 milhões em 2010 e R$ 991 mil em 2006.

4 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

116.175 votos em 2014 (eleito) · 6 eleições

A votação de Marcos Montes Cordeiro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

PrefeitoDep. FederalGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2014: R$ 3,2 milhões em receitas · R$ 3,2 milhões em gastos contratados

Marcos Montes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 3,2 milhões em receitas: R$ 614 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 115 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 2,4 milhões de empresas e R$ 347 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,4 milhão) e serviços de terceiros (R$ 1,1 milhão). Em 2010, R$ 2,2 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 991 mil em gastos contratados.

Receitas em 2014R$ 3,2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 3,2 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 2,2 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Fundo Partidário
  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
  • Recursos próprios
2014Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 3,2 milhões
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 4% · empresas 77% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 1,4 milhão45,2%
  • Serviços de terceirosR$ 1,1 milhão34,6%
  • Locação/cessão de bens móveisR$ 182 mil5,7%
  • Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 114 mil3,6%
  • Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 345 mil10,9%
2010Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 2,2 milhões
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 22% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 2% · empresas 68% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 2,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 543 mil24,2%
  • Cessão ou locação de veículosR$ 321 mil14,3%
  • Materiais impressosR$ 268 mil12,0%
  • Serviços de terceirosR$ 217 mil9,7%
  • Outras 24 categoriasR$ 891 mil39,8%
2006Deputado federal, Minas GeraisVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 993 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 7% · empresas 70% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 991 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Materiais impressosR$ 385 mil38,8%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 129 mil13,0%
  • PessoalR$ 125 mil12,6%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 98 mil9,9%
  • Outras 18 categoriasR$ 254 mil25,6%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Emendas parlamentares

R$ 52,5 milhões empenhados · 93% pago · 48 emendas em 72 municípios

Câmara dos Deputados. Informativo, a partir de dados públicos oficiais1 · resumo e análise gerados com IA2 · dados atualizados em 14/10/20263

Na Câmara dos Deputados, Marcos Montes teve R$ 52,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 48 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 72 municípios. Já foram pagos R$ 48,9 milhões (93%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (48%). As cidades que mais receberam foram Uberaba, Monte Alegre de Minas e Arinos.2

EmpenhadoR$ 52,5 milhõesorçamentos de 2016 a 2019
PagoR$ 48,9 milhões93% do empenhado, com restos a pagar
Emendas48individuais
Municípios72diferentes
Por ano do orçamento
OrçamentoEmpenhadoPago% pagoEmendasMunicípios
2019R$ 13,4 milhõesR$ 12,5 milhões93%2224
2018R$ 14,2 milhõesR$ 12,6 milhões89%922
2017R$ 11,7 milhõesR$ 11,5 milhões98%833
2016R$ 12,9 milhõesR$ 11,8 milhões91%738
TotalR$ 52,2 milhõesR$ 48,3 milhões93%4672

Funções que mais receberam

  1. 1SaúdeR$ 25,3 milhões48,1%
  2. 2UrbanismoR$ 13,8 milhões26,3%
  3. 3AgriculturaR$ 6,4 milhões12,2%

Municípios que mais receberam

  1. 1UberabaR$ 3 milhões5,8%
  2. 2Monte Alegre de MinasR$ 2,4 milhões4,5%
  3. 3ArinosR$ 1,7 milhão3,3%

Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em out/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.

Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›

  1. 1

    Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site da Câmara dos Deputados. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩

  2. 2

    Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩

  3. 3

    Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 14/10/2026, com coleta na fonte em out/2026. ↩

Candidaturas

6 candidaturas · eleito em 2006, 2010 e 2014

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.