Marcos Montes declarou receitas e gastos ao TSE em 3 campanhas: deputado federal por Minas Gerais em 2006, 2010 e 2014. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2014, declarou R$ 3,2 milhões em receitas: R$ 614 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 115 mil de doações privadas (6 doadores), R$ 2,4 milhões de empresas e R$ 347 de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 3,2 milhões, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 1,4 milhão) e serviços de terceiros (R$ 1,1 milhão). Em 2010, R$ 2,2 milhões em gastos contratados; em 2006, R$ 991 mil em gastos contratados.
Receitas em 2014R$ 3,2 milhõescampanha encerrada
Gastos em 2014R$ 3,2 milhõescontratados
Gastos em 2010R$ 2,2 milhõescontratados, campanha encerrada
Campanhas32006, 2010 e 2014
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
- Fundo Partidário
- Outros recursos do partido e de outras campanhas
- Doações de pessoas (inclui vaquinha)
- Empresas (até 2014)
- Recursos próprios
Arrecadado
R$ 3,2 milhões
6 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 19% · pessoas 4% · empresas 77% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 3,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 1,4 milhão45,2%
- Serviços de terceirosR$ 1,1 milhão34,6%
- Locação/cessão de bens móveisR$ 182 mil5,7%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 114 mil3,6%
- Outras 16 categoriasinclui R$ 3 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 345 mil10,9%
Arrecadado
R$ 2,2 milhões
7 doadores pessoas físicas
Fundo Partidário 22% · partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 2% · empresas 68% · próprios 7%
Gasto contratado
R$ 2,2 milhões
o TSE não publica o pago deste ano
- PessoalR$ 543 mil24,2%
- Cessão ou locação de veículosR$ 321 mil14,3%
- Materiais impressosR$ 268 mil12,0%
- Serviços de terceirosR$ 217 mil9,7%
- Outras 24 categoriasR$ 891 mil39,8%
Arrecadado
R$ 993 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas menos de 1% · pessoas 7% · empresas 70% · próprios 22%
Gasto contratado
R$ 991 mil
o TSE não publica o pago deste ano
- Materiais impressosR$ 385 mil38,8%
- Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 129 mil13,0%
- PessoalR$ 125 mil12,6%
- Publicidade por jornais e revistasR$ 98 mil9,9%
- Outras 18 categoriasR$ 254 mil25,6%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
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