- Serviços de terceirosR$ 32 mil32,7%
- Serviços contábeisR$ 30 mil30,6%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 20 mil20,4%
- Cessão ou locação de veículosR$ 13 mil12,8%
- Outras 5 categoriasR$ 3 mil3,5%
Eduardo Suplicy (Eduardo Matarazzo Suplicy) disputou 11 eleições entre 1978 e 2022, para deputado estadual, vereador, senador, governador e deputado federal. Ele foi eleito 8 vezes: deputado estadual em 2022 e 1978; vereador de São Paulo em 2020 e 2016; senador em 2006, 1998 e 1990; deputado federal em 1982. A maior votação foi em 2006, para senador por SP: 8.986.803 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por SP pelo PT. Na Assembleia Legislativa de São Paulo, indicou R$ 65,1 milhões em 281 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026, para 74 municípios; 53% desse valor já foi pago. Na campanha de 2026 para deputado estadual por SP, declarou R$ 388 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 100 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 98 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil), serviços contábeis (R$ 30 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 20 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, gastou R$ 349 mil em 2022 e R$ 208 mil em 2020.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Eduardo Matarazzo Suplicy em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Eduardo Suplicy declarou receitas e gastos ao TSE em 7 campanhas: senador por São Paulo em 2006, 2014 e 2018, vereador em São Paulo (SP) em 2016 e 2020, e deputado estadual por São Paulo em 2022 e 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 388 mil em receitas: R$ 266 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 20 mil de outras campanhas, R$ 100 mil de doações privadas (19 doadores) e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 98 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 32 mil) e serviços contábeis (R$ 30 mil); R$ 49 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 349 mil em gastos; em 2020, R$ 208 mil em gastos. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 27/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa de São Paulo, Eduardo Suplicy indicou R$ 65,1 milhões em 281 emendas estaduais aos orçamentos de 2023 a 2026 (legislatura 2023 a 2026), para 74 municípios. Até a coleta de set/2026 na fonte, 53% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Saúde (52%). As cidades que mais receberam foram São Paulo, Campinas e Mauá.2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2026 | R$ 22,6 milhões | R$ 4,5 milhões | 20% | 101 | 40 |
| 2025 | R$ 22,2 milhões | R$ 11,5 milhões | 52% | 103 | 44 |
| 2024 | R$ 15,4 milhões | R$ 13,8 milhões | 90% | 65 | 28 |
| 2023 | R$ 5 milhões | R$ 4,6 milhões | 92% | 12 | 9 |
| Total | R$ 65,1 milhões | R$ 34,4 milhões | 53% | 281 | 74 |
Órgãos que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: painel de emendas parlamentares do Governo do Estado de São Paulo, organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Coleta na fonte em set/2026. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no painel de emendas do Governo do Estado de São Paulo (SGRI-SP) e a Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp). ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.