Prof. Carlão Ramiro

Foto de Carlos Ramiro Castro
Prof. Carlão Ramiro
Carlos Ramiro Castro (nome civil)
2 eleições entre 2006 e 2010 · PT
62 anos em 2010 · Masculino · Superior completo
Professor de Ensino Médio

Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Prof. Carlão Ramiro (Carlos Ramiro Castro) disputou 2 eleições entre 2006 e 2010, para deputado federal e 1º suplente senador. Ele foi eleito 1 vez: 1º suplente senador em 2006. Na campanha de 2010 para deputado federal por SP, declarou R$ 232 mil em receitas: R$ 174 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 6 mil de recursos próprios e R$ 37 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 232 mil, principalmente com pessoal (R$ 122 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil) e publicidade por jornais e revistas (R$ 6 mil).

3 seçõesToque no título de uma seção para abrir ou recolher.

Evolução da votação nas eleições

36.899 votos em 2010 · 2 eleições

A votação de Carlos Ramiro Castro em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

SenadorDep. Federalvotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2010: R$ 232 mil em receitas · R$ 232 mil em gastos contratados

Prof. Carlão Ramiro declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: deputado federal por São Paulo em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 232 mil em receitas: R$ 174 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas (8 doadores), R$ 6 mil de recursos próprios e R$ 37 mil de outras origens. Os gastos contratados somam R$ 232 mil, principalmente com pessoal (R$ 122 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 52 mil).

Receitas em 2010R$ 232 milcampanha encerrada
Gastos em 2010R$ 232 milcontratados
Campanhas12010

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Recursos próprios
  • Outras origens
2010Deputado federal, São PauloVer doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 232 mil
8 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 75% · pessoas 6% · próprios 3% · outras 16%
Gasto contratado
R$ 232 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • PessoalR$ 122 mil52,6%
  • Materiais impressosR$ 52 mil22,4%
  • Publicidade por jornais e revistasR$ 6 mil2,6%
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 5 mil2,1%
  • Outras 9 categoriasinclui R$ 13 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 47 mil20,4%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

2 candidaturas · eleito em 2006

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892