- Materiais impressosR$ 694 mil38,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 501 mil28,0%
- Serviços de terceirosR$ 452 mil25,3%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 50 mil2,8%
- Outras 5 categoriasR$ 90 mil5,1%
Rose de Freitas (MDB) teve 164.383 votos para senadora pelo Espírito Santo em 2026 e não foi eleita, pelo resultado oficial do TSE. Rose de Freitas (Rosilda de Freitas) disputou 12 eleições entre 1982 e 2026, para senadora, governadora, deputada federal e deputada estadual. Ela foi eleita 7 vezes: senadora em 2014; deputada federal em 2010, 2006, 2002, 1990 e 1986; deputada estadual em 1982. A maior votação foi em 2014, para senadora por ES: 776.978 votos. No Senado Federal, teve R$ 157,8 milhões empenhados em 73 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 84 municípios; 86% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para senadora por ES, declarou R$ 4 milhões em receitas: R$ 3,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 100 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 694 mil), militância e mobilização de rua (R$ 501 mil) e serviços de terceiros (R$ 452 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 4,1 milhões em 2022 e R$ 2,7 milhões em 2018.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rosilda de Freitas em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Rose de Freitas declarou receitas e gastos ao TSE em 6 campanhas: deputada federal por Espírito Santo em 2006 e 2010, senadora por Espírito Santo em 2014, 2022 e 2026, e governadora por Espírito Santo em 2018. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 4 milhões em receitas: R$ 3,9 milhões do Fundo Eleitoral (FEFC) e R$ 100 mil de doações privadas. Os gastos contratados somam R$ 1,8 milhão, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 694 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 501 mil); R$ 735 mil já foram pagos. Em 2022, R$ 4,1 milhões em gastos contratados; em 2018, R$ 2,7 milhões em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Rose de Freitas teve R$ 157,8 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 73 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2023, para 84 municípios. Já foram pagos R$ 135,6 milhões (86%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu na legislatura 2019 a 2022 foi Saúde (53%). As cidades que mais receberam na legislatura 2019 a 2022 foram Vitória, Anápolis e Muniz Freire. Por legislatura: na legislatura 2019 a 2022, R$ 102,5 milhões em 38 emendas; na legislatura 2015 a 2018, R$ 55,3 milhões em 35 emendas.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2023 | R$ 53 milhões | R$ 47,1 milhões | 89% | 12 | 20 |
| 2022 | R$ 17,6 milhões | R$ 12,7 milhões | 72% | 5 | 10 |
| 2021 | R$ 16,3 milhões | R$ 12,7 milhões | 78% | 8 | 13 |
| 2020 | R$ 15,4 milhões | R$ 12,3 milhões | 80% | 13 | 12 |
| Legislatura 2019 a 2022 | R$ 102,3 milhões | R$ 84,7 milhões | 83% | 38 | 41 |
Funções que mais receberam (2019 a 2022)
Municípios que mais receberam (2019 a 2022)
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.