- Materiais impressosR$ 45 mil27,5%
- Militância e mobilização de ruaR$ 42 mil25,6%
- Locação de imóveisR$ 30 mil18,3%
- Transporte ou deslocamentoR$ 25 mil15,1%
- Outras 4 categoriasR$ 22 mil13,6%

Segundo o Radar do Voto, Solange Lube (MDB) ficou como suplente de deputada estadual pelo Espírito Santo em 2026, com 7.507 votos, pelo resultado oficial do TSE. Solange Lube (Solange Siqueira Lube) disputou 7 eleições entre 2000 e 2026, para deputada estadual, 1º suplente, prefeita e vice-prefeita. Ela foi eleita 3 vezes: deputada estadual em 2010; prefeita de Viana em 2004; vice-prefeita de Viana em 2000. A maior votação foi em 2010, para deputada estadual por ES: 20.281 votos. Na campanha de 2026 para deputada estadual por ES, declarou R$ 412 mil em receitas: R$ 613 de outras campanhas, R$ 301 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 110 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 165 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil), militância e mobilização de rua (R$ 42 mil) e locação de imóveis (R$ 30 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 441 mil em 2014 e R$ 491 mil em 2012.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Solange Siqueira Lube em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Solange Lube declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputada estadual por Espírito Santo em 2010, 2014 e 2026, e prefeita em Viana (ES) em 2012. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 412 mil em receitas: R$ 613 de outras campanhas, R$ 301 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 110 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 165 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 45 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 42 mil); R$ 109 mil já foram pagos. Em 2014, R$ 441 mil em gastos contratados; em 2012, R$ 491 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 10/10/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.