G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 1998
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1998, no Espírito Santo, foram eleitos 10 deputados federais. As maiores bancadas foram as do PSDB e do PTB, com 3 cada. A maior votação foi de José Carlos (PTB), com 98.122 votos (8,10% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 121.121 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 40.230: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos1.916.884
Compareceram1.499.177
Abstenções417.707
Brancos165.690
Nulos122.275
Válidos1.211.212
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
10 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 6 partidos. A cadeira é aproximadamente ~121.121 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira330,00%
246.999 nominais
PTBPartido Trabalhista Brasileiro330,00%
216.001 nominais
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro110,00%
256.352 nominais
PFLPartido da Frente Liberal110,00%
133.190 nominais
PTPartido dos Trabalhadores110,00%
70.837 nominais
PPBPartido Progressista Brasileiro110,00%
56.549 nominais
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro256.3521 cadeira
256.352 nominais · 2,1 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira246.9993 cadeiras