- Materiais impressosR$ 112 mil48,9%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 36 mil15,8%
- Militância e mobilização de ruaR$ 22 mil9,8%
- Serviços advocatíciosR$ 20 mil8,8%
- Outras 4 categoriasinclui R$ 12 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 38 mil16,8%
Deputado Estadual pelo Pará · 1º turno
99,97% das urnas do Pará apuradas às 23h01 (TSE)
43.757 votos (0,91% dos válidos)
46º lugar até agora, entre 392 candidatos
Ver a disputa completa ›Fonte: TSE. Os números chegam aqui com alguns minutos de atraso em relação ao site do TSE. Eles mudam até o fim da totalização, e só o TSE proclama os eleitos.
Zé Geraldo (José Geraldo Torres da Silva) disputou 8 eleições entre 1994 e 2018, para senador, deputado federal, prefeito e deputado estadual. Ele foi eleito 6 vezes: deputado federal em 2014, 2010, 2006 e 2002; deputado estadual em 1998 e 1994. A maior votação foi em 2018, para senador por PA: 806.654 votos. Em 2026, concorre a deputado estadual por PA pelo PT. No Senado Federal, teve R$ 55,5 milhões empenhados em 66 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019, para 43 municípios; 83% já foram pagos, contando os restos a pagar. Na campanha de 2026 para deputado estadual por PA, declarou R$ 510 mil em receitas: R$ 109 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 251 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 228 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 112 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 36 mil) e militância e mobilização de rua (R$ 22 mil). Valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026: a prestação de contas desta eleição ainda está em andamento. Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 1,2 milhão em 2018 e R$ 768 mil em 2014.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de José Geraldo Torres da Silva em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Zé Geraldo declarou receitas e gastos ao TSE em 5 campanhas: deputado federal por Pará em 2006, 2010 e 2014, senador por Pará em 2018, e deputado estadual por Pará em 2026. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2026, declarou R$ 510 mil em receitas: R$ 109 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 16 mil do Fundo Partidário, R$ 251 mil de outras campanhas, R$ 14 mil de doações privadas e R$ 120 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 228 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 112 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 36 mil); R$ 216 mil já foram pagos. Em 2018, R$ 1,2 milhão em gastos contratados; em 2014, R$ 768 mil em gastos contratados. Valores de 2026 parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2026: valores parciais, conforme os dados do TSE de 30/09/2026; 2018: dados do TSE de 13/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
No Senado Federal, Zé Geraldo teve R$ 55,5 milhões empenhados (valor comprometido pelo governo) em 66 emendas individuais aos orçamentos de 2016 a 2019 (legislatura 2015 a 2018), para 43 municípios. Já foram pagos R$ 46 milhões (83%), contando os restos a pagar. A função que mais recebeu foi Saúde (64%). As cidades que mais receberam foram Belém, Pacajá e Uruará.2
| Orçamento | Empenhado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2019 | R$ 14,9 milhões | R$ 14,6 milhões | 98% | 22 | 3 |
| 2018 | R$ 14,4 milhões | R$ 11,7 milhões | 81% | 15 | 10 |
| 2017 | R$ 12,5 milhões | R$ 11,8 milhões | 94% | 8 | 8 |
| 2016 | R$ 12,7 milhões | R$ 7 milhões | 55% | 15 | 27 |
| Total | R$ 54,5 milhões | R$ 45,1 milhões | 83% | 60 | 43 |
Funções que mais receberam
Municípios que mais receberam
Fonte: Portal da Transparência (CGU), organizado pelo Radar do Voto, com coleta na fonte em set/2026. Só emendas individuais, incluídas as transferências especiais (as "emendas Pix"); o valor é o empenhado, e o pago inclui os restos a pagar. As de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só, ficam no painel.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o Portal da Transparência (CGU) e o site do Senado Federal. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. Dados atualizados em 01/10/2026, com coleta na fonte em set/2026. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado oficial ainda não saiu, e por isso essa linha aparece sem votação. A contagem parcial do TSE está no quadro Apuração ao vivo, no alto desta página.