G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 2002
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2002, no Pará, foram eleitos 17 deputados federais. A maior bancada foi a do PMDB (5). A maior votação foi de Jader Barbalho (PMDB), com 344.018 votos (12,93% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 156.543 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 42.280: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos3.569.333
Compareceram2.776.988
Abstenções792.345
Brancos67.353
Nulos48.184
Válidos2.661.234
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
17 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 8 partidos. A cadeira é aproximadamente ~156.543 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro529,41%
738.468 nominais + 25.969 de legenda
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira423,53%
482.749 nominais + 42.106 de legenda
PTPartido dos Trabalhadores317,65%
359.614 nominais + 38.707 de legenda
PPBPartido Progressista Brasileiro15,88%
186.265 nominais + 15.126 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
PTBPartido Trabalhista Brasileiro15,88%
155.057 nominais + 15.500 de legenda
PDTPartido Democrático Trabalhista15,88%
147.406 nominais + 33.790 de legenda
PLPartido Liberal15,88%
121.258 nominais + 6.604 de legenda
PFLPartido da Frente Liberal15,88%
106.624 nominais + 3.324 de legenda
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro764.4375 cadeiras
738.468 nominais + 25.969 de legenda · 4,9 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira524.8554 cadeiras
482.749 nominais + 42.106 de legenda · 3,4 quocientes
PTPartido dos Trabalhadores398.3213 cadeiras
359.614 nominais + 38.707 de legenda · 2,5 quocientes