G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 2006
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2006, no Pará, foram eleitos 17 deputados federais. A maior bancada foi a do PMDB (6). A maior votação foi de Jader Barbalho (PMDB), com 311.526 votos (10,01% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 183.088 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 42.738: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos4.157.735
Compareceram3.333.678
Abstenções824.057
Brancos126.509
Nulos88.252
Válidos3.112.497
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
17 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~183.088 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro635,29%
868.401 nominais + 32.374 de legenda
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira317,65%
523.721 nominais + 61.110 de legenda
PTPartido dos Trabalhadores317,65%
357.492 nominais + 57.766 de legenda
PFLPartido da Frente Liberal211,76%
257.186 nominais + 9.424 de legenda
PDTPartido Democrático Trabalhista15,88%
114.485 nominais + 27.603 de legenda
PPPartido Progressista15,88%
114.081 nominais + 18.851 de legenda
PSCPartido Social Cristão15,88%
94.580 nominais + 5.477 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro900.7756 cadeiras
868.401 nominais + 32.374 de legenda · 4,9 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira584.8313 cadeiras
523.721 nominais + 61.110 de legenda · 3,2 quocientes
PTPartido dos Trabalhadores415.2583 cadeiras
357.492 nominais + 57.766 de legenda · 2,3 quocientes
PFLPartido da Frente Liberal266.6102 cadeiras
257.186 nominais + 9.424 de legenda · 1,5 quociente
PTB161.826sem cadeira
150.675 nominais + 11.151 de legenda · 0,9 quociente