G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1996, as câmaras municipais no Mato Grosso do Sul elegeram 785 vereadores. As maiores bancadas somadas: PMDB (233), PSDB (194) e PFL (93). Na capital, Campo Grande, foram eleitos 21 vereadores; a maior votação foi de Edil Afonso Albuquerque (PMDB), com 5.656 votos, e a menor entre os eleitos foi de 1.880 votos. A lista abaixo traz cada cidade com quantos vereadores foram eleitos, o eleito mais votado e a votação do último eleito.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
O TSE não publicou votos válidos nem nulos em 1996, então o percentual sobre válidos não é exibido.
785 vereadores, distribuídos entre 15 partidos.
Isto não é uma Casa. São 77 câmaras municipais somadas: o número mede quantos vereadores o partido elegeu em MS, não uma bancada que se reúne. Cada câmara tem o seu próprio quociente, então não há um quociente único para mostrar aqui. Ele aparece na página de cada cidade. Vale o partido na eleição: quem trocou de legenda depois da posse não muda este número.