G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Em 1996, o TSE publicou o resultado de 5.407 câmaras municipais, com 58.595 vereadores eleitos. O PMDB elegeu mais vereadores (13.091), seguido de PFL (10.211) e PSDB (8.460). Em votos, o partido mais votado foi o PMDB, com 10,5 milhões de votos (16,33% dos votos dados aos candidatos). Entre as capitais, a maior votação para vereador foi de Eduardo da Costa Paes (PFL), no Rio de Janeiro, com 82.418 votos.
Vereador é eleito cidade a cidade. O número ao lado da sigla é quantas cidades do estado tiveram esta eleição.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
O TSE não publicou votos válidos nem nulos em 1996, então o percentual sobre válidos não é exibido.
58.595 vereadores, distribuídos entre 26 partidos.
Isto não é uma Casa. São 5.407 câmaras municipais somadas: o número mede quantos vereadores o partido elegeu no país inteiro, não uma bancada que se reúne. Cada câmara tem o seu próprio quociente, então não há um quociente único para mostrar aqui. Ele aparece na página de cada cidade. Vale o partido na eleição: quem trocou de legenda depois da posse não muda este número.
O vereador mais votado de cada capital. Para ver todos os eleitos de uma cidade, abra a página da cidade. O Distrito Federal não tem vereadores.