G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Em 2022, no Amapá, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do PDT (2). A maior votação foi de Josenildo (PDT), com 27.112 votos (6,41% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 52.877 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 9.240: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~52.877 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 8 cadeiras, 1 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 7 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
7 candidaturas desta lista tiveram a votação apurada pelo TSE fora do total de votos válidos: é assim que o TSE publica a votação de candidatura cujo registro não constava como deferido nos dados do TSE. A decisão pode ter mudado depois, e daqui não há como saber. Elas aparecem com os votos, porque os votos existiram, e sem percentual, porque essas votações não estão no denominador. É também por isso que os percentuais das demais não somam 100%.
Mostrando 134 de 134. O número à esquerda é a posição na votação.
Resultado atualizado pelo TSE. Em fevereiro de 2024 o STF decidiu que a última rodada da distribuição das sobras eleitorais fica aberta a todos os partidos e candidatos e, em março de 2025, que a regra vale também para a eleição de 2022 (ADIs 7228, 7263 e 7325). Com isso o TSE refez em junho de 2025 a totalização de deputado federal no Amapá, no Distrito Federal, em Rondônia e no Tocantins, e sete cadeiras mudaram de ocupante. Neste estado, entraram na lista de eleitos Aline Gurgel (REPUBLICANOS), André Abdon (PP), Paulo Lemos (PSOL) e Professora Marcivania (PC do B), e saíram Dr. Pupio (MDB), Professora Goreth (PDT), Silvia Waiãpi (PL) e Sonize Barbosa (PL). Esta página já mostra a situação mais recente publicada pelo TSE. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos; STF, ADIs 7228, 7263 e 7325.