G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Em 2022, foram eleitos 513 deputados federais nos 26 estados e no Distrito Federal. As maiores bancadas foram as do PL (98), do PT (69) e do UNIÃO (57). Em votos, o partido mais votado foi o PL, com 18,1 milhões de votos (16,55% dos votos, contando os votos nos candidatos e os votos só na legenda do partido). A maior votação do país para deputado federal foi de Nikolas Ferreira (PL-MG), com 1.492.047 votos. Em 2022, 3 federações de partidos valeram em todo o país: Federação Brasil da Esperança (PT, PC do B e PV), com 82 eleitos; Federação PSDB Cidadania (PSDB e CIDADANIA), com 18 eleitos; e Federação PSOL REDE (PSOL e REDE), com 15 eleitos.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
513 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 23 partidos.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.
O mais votado de cada estado, reunidos só para consulta. A cadeira é distribuída primeiro ao partido (quociente eleitoral), e estados maiores têm mais eleitores, então os números não se comparam diretamente.
Os 10 que tiveram mais votos no país. O percentual é sobre os votos válidos do estado de cada um.
Escolha um estado acima para ver todos os candidatos. Deputado Federal é eleito por unidade da federação: cada estado tem a sua disputa, e o resultado nacional é a soma delas.
Resultado atualizado pelo TSE. Em fevereiro de 2024 o STF decidiu que a última rodada da distribuição das sobras eleitorais fica aberta a todos os partidos e candidatos e, em março de 2025, que a regra vale também para a eleição de 2022 (ADIs 7228, 7263 e 7325). Com isso o TSE refez em junho de 2025 a totalização de deputado federal no Amapá, no Distrito Federal, em Rondônia e no Tocantins, e sete cadeiras mudaram de ocupante. No Amapá, entraram na lista de eleitos Aline Gurgel (REPUBLICANOS), André Abdon (PP), Paulo Lemos (PSOL) e Professora Marcivania (PC do B), e saíram Dr. Pupio (MDB), Professora Goreth (PDT), Silvia Waiãpi (PL) e Sonize Barbosa (PL). No Distrito Federal, entrou na lista de eleitos Rodrigo Rollemberg (PSB) e saiu Gilvan Maximo (REPUBLICANOS). Em Rondônia, entrou na lista de eleitos Rafael Fera O Fiscal do Povo (PODE) e saiu Lebrão (UNIÃO). No Tocantins, entrou na lista de eleitos Tiago Dimas (PODE) e saiu Lazaro Botelho (PP). Esta página já mostra a situação mais recente publicada pelo TSE. Fonte: TSE, dados abertos de candidatos; STF, ADIs 7228, 7263 e 7325.
Fora das sobras, o TSE também atualizou o resultado depois da eleição. Em Alagoas, entrou na lista de eleitos Paulão (PT) e saiu Nivaldo Albuquerque (REPUBLICANOS).