G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 2018
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2018, no Mato Grosso, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do MDB (2). A maior votação foi de Nelson Barbudo (PSL), com 126.249 votos (8,97% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 176.024 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 27.044: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos2.329.374
Compareceram1.757.368
Abstenções572.006
Brancos115.183
Nulos233.995
Válidos1.408.190
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~176.024 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras). Das 8 cadeiras, 5 saíram pela cota (o partido atinge o quociente) e 3 pelas sobras (as vagas que restam vão, uma a uma, ao partido com a maior média). Por isso o mais votado leva mais que a própria cota.
MDBMovimento Democrático Brasileiro225,00%
171.600 nominais + 6.513 de legenda
1 pela cota + 1 por sobra
PSLPartido Social Liberal112,50%
193.487 nominais + 18.212 de legenda
1 pela cota
PODEPodemos112,50%
89.966 nominais + 2.108 de legenda
1 pela cota
PTBPartido Trabalhista Brasileiro112,50%
77.762 nominais + 2.868 de legenda
1 pela cota
PTPartido dos Trabalhadores112,50%
74.680 nominais + 12.350 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira112,50%
62.546 nominais + 7.579 de legenda
0 pela cota + 1 por sobra
SOLIDARIEDADESolidariedade112,50%
52.714 nominais + 3.120 de legenda
1 pela cota
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PSLPartido Social Liberal211.6991 cadeira
193.487 nominais + 18.212 de legenda · 1,2 quociente
24 candidaturas desta lista tiveram os votos anulados, segundo os dados do TSE: aparecem no fim, com os votos digitados nas urnas (o boletim de urna), sem percentual e fora da ordem dos válidos, porque esses votos não entram nos votos válidos. A tag ao lado mostra a situação do registro da candidatura nos dados do TSE, que ainda pode mudar com decisão da Justiça Eleitoral.