G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 2006
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2006, em Goiás, foram eleitos 17 deputados federais. A maior bancada foi a do PMDB (5). A maior votação foi de Dona Iris (PMDB), com 201.229 votos (7,11% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 166.535 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 49.949: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos3.734.185
Compareceram3.094.151
Abstenções640.034
Brancos155.086
Nulos97.111
Válidos2.831.097
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
17 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~166.535 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro529,41%
722.807 nominais + 40.553 de legenda
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira423,53%
518.100 nominais + 51.037 de legenda
PPPartido Progressista211,76%
302.487 nominais + 25.582 de legenda
PTPartido dos Trabalhadores211,76%
194.042 nominais + 30.994 de legenda
PTBPartido Trabalhista Brasileiro211,76%
189.852 nominais + 13.560 de legenda
PFLPartido da Frente Liberal15,88%
229.632 nominais + 8.361 de legenda
PLPartido Liberal15,88%
229.050 nominais + 8.903 de legenda
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro763.3605 cadeiras
722.807 nominais + 40.553 de legenda · 4,6 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira569.1374 cadeiras
518.100 nominais + 51.037 de legenda · 3,4 quocientes
PPPartido Progressista328.0692 cadeiras
302.487 nominais + 25.582 de legenda · 2,0 quociente
PFLPartido da Frente Liberal237.9931 cadeira
229.632 nominais + 8.361 de legenda · 1,4 quociente
PLPartido Liberal237.9531 cadeira
229.050 nominais + 8.903 de legenda · 1,4 quociente
PTPartido dos Trabalhadores225.0362 cadeiras
194.042 nominais + 30.994 de legenda · 1,4 quociente