G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 2002
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 2002, em Roraima, foram eleitos 8 deputados federais. A maior bancada foi a do PFL (3). A maior votação foi de Maria Helena (PST), com 15.620 votos (9,24% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 21.122 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 6.488: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos208.524
Compareceram175.210
Abstenções33.314
Brancos3.315
Nulos2.923
Válidos168.972
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
8 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 5 partidos. A cadeira é aproximadamente ~21.122 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PFLPartido da Frente Liberal337,50%
52.606 nominais + 1.164 de legenda
PDTPartido Democrático Trabalhista225,00%
14.661 nominais + 1.704 de legenda
PPBPartido Progressista Brasileiro112,50%
17.974 nominais + 544 de legenda
PLPartido Liberal112,50%
17.863 nominais + 611 de legenda
PSTPartido Social Trabalhista112,50%
15.620 nominais + 477 de legenda
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PFLPartido da Frente Liberal53.7703 cadeiras
52.606 nominais + 1.164 de legenda · 2,5 quocientes