G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
GCargo em 1998
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, em 1998, no Pará, foram eleitos 17 deputados federais. As maiores bancadas foram as do PMDB e do PSDB, com 4 cada. A maior votação foi de Vic Pires Franco (PFL), com 92.248 votos (5,36% dos votos válidos). O quociente eleitoral foi de cerca de 101.315 votos, e a menor votação entre os eleitos foi de 31.749: a cadeira é distribuída primeiro ao partido.
Aptos3.220.778
Compareceram2.147.813
Abstenções1.072.965
Brancos230.179
Nulos195.284
Válidos1.722.350
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
17 cadeiras na Câmara dos Deputados, distribuídas entre 7 partidos. A cadeira é aproximadamente ~101.315 votos: o quociente eleitoral (votos válidos ÷ cadeiras).
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro423,53%
339.219 nominais
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira423,53%
304.292 nominais
PFLPartido da Frente Liberal317,65%
278.311 nominais
PTPartido dos Trabalhadores317,65%
173.662 nominais
PDTPartido Democrático Trabalhista15,88%
111.061 nominais
PPBPartido Progressista Brasileiro15,88%
109.530 nominais
PTBPartido Trabalhista Brasileiro15,88%
79.024 nominais
Coligação: até 2018 partidos podiam se juntar em uma chapa só, e o quociente era da coligação, não de cada partido. As cadeiras iam para a aliança e depois para os candidatos mais votados dentro dela. Por isso um partido pequeno podia eleger alguém pegando carona no total do grupo. Use Agrupar por coligação acima para ver quem disputou junto. De 2020 em diante isso acabou nas eleições proporcionais; o que existe hoje é a federação, que é permanente: os partidos que se federam ficam obrigados a permanecer juntos por pelo menos 4 anos, valendo para todo o país e durante o mandato, não só para a eleição.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira. O número à direita é quantos quocientes eleitorais o partido somou (votos ÷ quociente): abaixo de 1,0 ele não atingiu, sozinho, o custo de uma cadeira, mas ainda podia eleger pela coligação ou pelas sobras.
PMDBPartido do Movimento Democrático Brasileiro339.2194 cadeiras
339.219 nominais · 3,3 quocientes
PSDBPartido da Social Democracia Brasileira304.2924 cadeiras