Em 1934, em Sergipe, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior votação foi de José Rodrigues da Costa Doria, com 18.227 votos (47,93% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 1 votos.
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45Adalgizo Tavares de Souza—
46Adolpho Barbosa GóesSUPLENTE—
3Adroaldo CamposELEITO1.5734,14%
37Alberto Bragança de AzevedoSUPLENTE1<0,01%
23Alcino Fernandes de BarrosSUPLENTE140,04%
47Alfredo Pinto Teixeira—
17Alfredo Rodrigues Lucas1280,34%
38Alfredo Rollemberg LeiteELEITO1<0,01%
48Alvaro de Oliveira SampaioSUPLENTE—
50Anchises FerreiraSUPLENTE—
52Antonio Ferreira de CarvalhoSUPLENTE—
53Antonio Joaquim de Magalhães—
22Antonio Manoel de Carvalho NettoELEITO310,08%
54Antonio Romano da Rocha MendonçaSUPLENTE—
57Armando Barreto de MenezesSUPLENTE—
58Arnaldo Rollemberg GarcezELEITO—
21Carlos dos Santos CorrêaELEITO330,09%
12Clodoaldo Vieira PassosSUPLENTE1.1443,01%
15Cloves de Faro RollembergSUPLENTE1.0362,72%
39Clovis Fontes CardosoSUPLENTE1<0,01%
40Edgard BrittoSUPLENTE1<0,01%
63Esperidião NoronhaELEITO—
64Felix da Motta CabralSUPLENTE—
29Francisco de Araújo MacedoSUPLENTE3<0,01%
14Francisco de Souza PortoSUPLENTE1.0372,73%
30Francisco Leite NettoELEITO3<0,01%
65Francisco Moreira de SouzaSUPLENTE—
66Francisco Nobre de Lacerda FilhoELEITO—
67Francisco Vasconcellos PradoSUPLENTE—
26Gentil Tavares da MottaELEITO90,02%
9Godofredo Diniz GonçalvesELEITO1.3043,43%
69Gonçalo Diniz de Faro DantasSUPLENTE—
31Gonçalo Rollemberg LeiteSUPLENTE3<0,01%
25Hercilio Porphirio de BrittoSUPLENTE130,03%
70Honorino Ferreira LeiteSUPLENTE—
32Hormindo MenezesSUPLENTE3<0,01%
72Jacyntho de Figueiredo—
73João Batista de Oliveira—
74João de Deus da RochaSUPLENTE—
75João Fonseca de Santana—
76João Francisco de SouzaSUPLENTE—
18João Gama da Silva930,24%
77João Pinto de MendonçaSUPLENTE—
79João Vieira de AquinoSUPLENTE—
80João Villanova de FariasSUPLENTE—
82José Alves de Souza Rosa—
5José Barreto FilhoELEITO1.4323,77%
85José Marcellino PrataSUPLENTE—
86José Nunes da SilvaSUPLENTE—
87José Onias de CarvalhoSUPLENTE—
88José Ribeiro do BomfimELEITO—
89José Ribeiro dos SantosSUPLENTE—
1José Rodrigues da Costa DoriaELEITO18.22747,93%
91José Sebrão de CarvalhoELEITO—
34Luiz GarciaELEITO2<0,01%
94Luiz Simões de OliveiraELEITO—
95Manoel de Avila NabucoELEITO—
6Manoel de Carvalho BarrosoELEITO1.3743,61%
41Manoel de Carvalho NobreELEITO1<0,01%
2Manoel Dias RollembergELEITO1.8584,89%
11Manoel Vieira dos SantosSUPLENTE1.1523,03%
24Marcos FerreiraSUPLENTE140,04%
10Mecenas do Prado Pinto PeixotoSUPLENTE1.2273,23%
98Miguel Monteiro BarbosaELEITO—
27Moacir Sobral BarretoELEITO60,02%
99Nelson de Freitas GarcezELEITO—
100Nicolau Mandarino Filho—
33Nirceu DantasELEITO3<0,01%
101Octavio AragãoSUPLENTE—
102Odilon Lima Falconere—
4Orlando de Calazans RibeiroELEITO1.5003,94%
13Orlando Vieira DantasSUPLENTE1.1423,00%
28Oseas da Silva Britto60,02%
42Osmario do Prado Leite1<0,01%
8Othoniel da Fonseca DoriaELEITO1.3383,52%
19Pedro AmadoELEITO820,22%
35Pedro Diniz Gonçalves FilhoELEITO2<0,01%
43Pedro Freire de CarvalhoSUPLENTE1<0,01%
105Pedro Pantaleão de SouzaSUPLENTE—
44Pedro SoaresSUPLENTE1<0,01%
7Quintina Diniz de Oliveira RibeiroELEITO1.3563,57%
106Robustiano da Silveira GóesSUPLENTE—
107Rosalvo Oliveira Silva—
108Rosalvo Wynne Queiroz—
109Sylvio TeixeraSUPLENTE—
36Theophilo de Freitas BarretoELEITO2<0,01%
16Zozimo LimaSUPLENTE7952,09%
Mostrando 110 de 110. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.