G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Em 1934, foram eleitos 650 deputados estaduais nas 20 assembleias legislativas. A maior votação do país para deputado estadual foi de Argemiro Dornellas (RS), com 66.597 votos.
O TSE não publica o partido dos eleitos nesta eleição, então não há composição para mostrar. 503 das 650 cadeiras estão sem sigla.
Os 10 que tiveram mais votos no país. O percentual é sobre os votos válidos do estado de cada um.
Escolha um estado acima para ver todos os candidatos. Deputado Estadual é eleito por unidade da federação: cada estado tem a sua disputa, e o resultado nacional é a soma delas.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.