Deputado Estadual · 1934

Trocar de eleição: ano e cargo

Ano da eleição

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

GCargo em 1934

Em 1934, no Rio de Janeiro, foram eleitos 45 deputados estaduais. A maior votação foi de Antônio José Romão Júnior (UP), com 3.443 votos (8,30% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 2.666 votos.

45 cadeiras na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, distribuídas entre 4 partidos.

UPUNIÃO Progressista Fluminense1942,22%
24.237 nominais
PRPartido Popular Radical1840,00%
14.430 nominais
PEPartido Evolucionista Fluminense24,44%
2 pela cota
PRFPartido Republicano Fluminense12,22%
1 pela cota
—sem sigla no registro do TSE511,11%

Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.

Votação por partido (todos, inclusive quem não elegeu)

Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.

UPUNIÃO Progressista Fluminense24.23719 cadeiras
24.237 nominais
PRPartido Popular Radical14.43018 cadeiras
14.430 nominais
Eleição Geral1934Deputado EstadualRio de Janeiro (RJ)

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Mostrando 225 de 225. O número à esquerda é a posição na votação.

O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.

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Eleição para deputado estadual no Rio de Janeiro em 1934: resultado e votos · Radar do Voto