Em 1934, na Paraíba, foram eleitos 30 deputados estaduais. A maior votação foi de Antonio Pinto de Oliveira, com 25.946 votos (77,97% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 1 votos.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
36Adalberto Jorge Rodrigues RibeiroELEITO40,01%
5Alcindo de Medeiros LeiteELEITO2010,60%
42Aloysio Affonso CamposELEITO1<0,01%
8Americo Maia de VasconcellosELEITO1370,41%
43Anacleto Victorino da Silva1<0,01%
44Anesio Caldas BarrosSUPLENTE1<0,01%
54Antonio Bezerra CabralSUPLENTE—
55Antonio Corrêa LimaSUPLENTE—
56Antonio Henriques de Mello—
45Antonio Modesto de AquinoSUPLENTE1<0,01%
57Antonio Pereira Gomes FilhoSUPLENTE—
1Antonio Pinto de OliveiraELEITO25.94677,97%
23Antonio Tancredo de CarvalhoSUPLENTE210,06%
21Antonio Vianna da SilvaSUPLENTE260,08%
58Candido Pereira Vianna—
12Celso Mattos RolimELEITO590,18%
59Cesario Gongalves da Silva—
9Chileno Coelho de Alverga720,22%
22Cicero Maracajá ParenteSUPLENTE240,07%
39Delfino Ferreira da CostaSUPLENTE3<0,01%
61Deocleciano Pereira Dativo—
19Emiliano Castor da NobregaELEITO330,10%
2Ernani Ayres Satyro e SouzaELEITO4.50613,54%
20Eurico Nabuco UchôaSUPLENTE270,08%
27Fernando Carneiro da Cunha NobregaELEITO150,05%
46Fernando Cezar de Paiva1<0,01%
17Fernando PessoaELEITO350,11%
64Flodoaldo Peixoto de VasconcellosSUPLENTE—
4Francisco de Paula e SilvaELEITO2950,89%
25Francisco Duarte LimaELEITO200,06%
30Francisco Seraphico da NobregaELEITO110,03%
65Francisco Teixeira de VasconcellosSUPLENTE—
66Frederico de Souza FalcãoSUPLENTE—
67Gonçalo Calixto Cavalcanti de AlbuquerqueSUPLENTE—
68Henrique Solon de Albuquerque MontenegroSUPLENTE—
37Jeremias Venancio dos SantosSUPLENTE40,01%
32João de Souza VasconcellosELEITO90,03%
69João Francisco de Macedo—
70João Victorino VergaraSUPLENTE—
47Joaquim Pereira do Nascimento1<0,01%
26José Antonio Ferreira RochaELEITO190,06%
71José Coimbra de Araújo—
33José de Avila LinsSUPLENTE90,03%
38José de Miranda HenriqueSUPLENTE40,01%
14José de Souza MacielELEITO400,12%
72José Ferreira Torquato—
28José Francisco de Paula CavalcantiELEITO150,05%
75José Mariano Arcoverde—
76José Peregrino de Araújo FilhoELEITO—
40José Regis do AlbuquerqueSUPLENTE3<0,01%
49José Regis VelhoSUPLENTE1<0,01%
35José Rodrigues de AquinoELEITO50,02%
50José Simeão dos Santos1<0,01%
7José Tavares CavalcanteELEITO1540,46%
31Josibias Fialho Marinho110,03%
79Julio Marques do NascimentoSUPLENTE—
80Lafayette Cavalcanti Corrêa de MelloSUPLENTE—
18Lauro dos Guimarães WanderleyELEITO350,11%
51Leonel do Valle Mello1<0,01%
29Luiz de OliveiraSUPLENTE140,04%
82Manoel Bianor de Freitas—
84Manuel Isidoro da Silva—
85Manuel Lourenço das Neves—
24Miguel Severino Bastos LisboaELEITO210,06%
11Newton Nobre de LacerdaELEITO610,18%
86Nicodemos NevesSUPLENTE—
52Octacilio Dantas CartaxoSUPLENTE1<0,01%
87Octacilio de Lucena MontenegroSUPLENTE—
41Octavio Teodoro AmorimELEITO2<0,01%
16Odilon da Silva CoutinhoELEITO360,11%
88Orlando Xavier de Oliveira—
89Pedro Chrisostomo Vieira—
90Pedro Muniz de BrittoSUPLENTE—
10Pedro Ulysses de CarvalhoELEITO680,20%
34Raymundo Vianna MacedoELEITO80,02%
92Sebastião Raphael SebasSUPLENTE—
6Severino Alves Ayres1550,47%
13Severino de Albuquerque LucenaELEITO410,12%
15Tertuliano Correa de Costa BritoELEITO390,12%
93Ulysses Apolonio de BarrosSUPLENTE—
Mostrando 93 de 93. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.