Em 1934, em Minas Gerais, foram eleitos 48 deputados estaduais. A maior votação foi de Ovidio João Paulo de Andrade, com 20.845 votos (11,03% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 8.411 votos.
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20Adolpho de Oliveira PortellaELEITO—
2Afranio de Mello FrancoELEITO15.2508,07%
21Agostinho de SouzaELEITO—
10Alberto José AlvesELEITO8.7944,65%
22Alcino de Paula SalazarSUPLENTE—
23Alfredo Soares de LimaELEITO—
24Alipio de Araújo SilvaSUPLENTE—
25Alipio FernandesSUPLENTE—
26Aloizio Leite GuimarãesELEITO—
27Alonso Marques FerreiraSUPLENTE—
28Antenor Ferreira MarquesSUPLENTE—
29Antonio Amador Alvares da SilvaELEITO—
14Antonio Augusto JunqueiraELEITO8.7044,61%
4Antonio Benedicto ValladaresELEITO12.4966,61%
30Antonio Camilo de Faria AlvimELEITO—
31Antonio de Freitas CarvalhoSUPLENTE—
32Antonio de Oliveira GuimarãesSUPLENTE—
33Antonio de Paiva Cardoso JuniorSUPLENTE—
34Antonio Gomes BarbosaSUPLENTE—
35Aristides Ferreira de MelloSUPLENTE—
6Arthur da Silva BernardesELEITO10.2245,41%
15Arthur Tiburcio RibeiroELEITO8.6264,57%
36Ary Teixeira da CostaELEITO—
37Astramiro Oliveira SoaresSUPLENTE—
38Aureliano Augusto de Assis ToledoSUPLENTE—
39Cordovil Pinto CoelhoSUPLENTE—
40Domingos Ferreira MartinsELEITO—
41Dorinato de Oliveira LimaELEITO—
42Edson Alvares da SilvaELEITO—
43Eliseu Laborne e ValleELEITO—
44Emilio Soares de OliveiraSUPLENTE—
45Euclydes Golçalves MendonçaSUPLENTE—
47Feliciano de Oliveira PennaSUPLENTE—
9Felipe BalbiELEITO8.8364,68%
48Francisco de Oliveira LessaSUPLENTE—
7Gastão de Oliveira CoimbraELEITO9.4885,02%
49Guilherme de Oliveira FerreiraELEITO—
50Honorio de Paiva AbreuSUPLENTE—
51Hugo Furquim WerneckELEITO—
52Ignacio Luiz da Silva ThoméSUPLENTE—
53Jacy FigueiredoSUPLENTE—
54Jayme Pinheiro de AlmeidaSUPLENTE—
55Jefferson de OliveiraELEITO—
56João Braz da Costa ValSUPLENTE—
57João Camillo Teixeira FontesELEITO—
58João de Almeida LisboaELEITO—
59João de Souza BarrosSUPLENTE—
18João Edmundo Caldeira BrantELEITO8.4114,45%
60Joaquim Antunes Pedro RosaSUPLENTE—
61Joaquim de AlmeidaSUPLENTE—
62Job Borges FreireSUPLENTE—
5Jorge CaroneELEITO11.0795,86%
11José Bonifacio Lafayette de AndradaELEITO8.7834,65%
63José Caetano da CunhaSUPLENTE—
64José Honorio Vieira JuniorSUPLENTE—
65José Luiz de MagalhãesSUPLENTE—
66José Maria Lopes CansadoELEITO—
67José Martins PratesELEITO—
12José Rezende FerrazELEITO8.7734,64%
16José Rodrigues SeabraELEITO8.5114,50%
68José Vargas da SilvaSUPLENTE—
69Juvenal Gonzaga Pereira da FonsecaSUPLENTE—
70Lincoln KubitschekELEITO—
71Luiz Barbosa Gonçalves PennaSUPLENTE—
13Manoel Ignacio PeixotoELEITO8.7284,62%
72Manoel Rodrigues de SouzaSUPLENTE—
73Mario da Silva PereiraSUPLENTE—
74Miguel Baptista VieiraELEITO—
77Newton Ferreira PiresSUPLENTE—
78Octacilio Negrão de LimaELEITO—
8Olavo Bilac PintoELEITO8.9334,73%
79Olavo Gomes PintoSUPLENTE—
80Olyntho Orsino de CastroELEITO—
81Omar Rangel FranqueiraSUPLENTE—
82Orlando Barbosa FloresELEITO—
83Orlando CavalcanteSUPLENTE—
84Oscar Campos ViannaSUPLENTE—
1Ovidio João Paulo de AndradeELEITO20.84511,03%
17Padre Synpbronio Augusto de CastroELEITO8.4584,48%
3Paulo Pinheiro ChagasELEITO14.0017,41%
85Pericles MendonçaSUPLENTE—
86Pio Soares CanedoSUPLENTE—
87Rubens Ferreira CamposSUPLENTE—
89Theophilo Moreira PintoSUPLENTE—
90Theophilo RibeiroSUPLENTE—
91Tristão da CunhaELEITO—
92Vinicios MeyerSUPLENTE—
93Waldemar Diniz Alves PequenoSUPLENTE—
95Washington de Araujjo DiasSUPLENTE—
96Zama Dias MacielSUPLENTE—
Mostrando 96 de 96. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.