Em 1934, na Bahia, foram eleitos 42 deputados estaduais. A maior votação foi de Nestor Duarte, com 4.521 votos (13,38% dos votos). A menor votação entre os eleitos foi de 3.554 votos.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
10Adriano Bernardes BaptistaSUPLENTE—
11Adriano de Lima PedreiraSUPLENTE—
13Alfredo Golçalves do AmorimELEITO—
14Aliomar BalleiroELEITO—
15Alvaro Martins CatharinoELEITO—
17Alvaro Ribeiro SanchesSUPLENTE—
9Amibal Muniz SylvanyELEITO3.55410,52%
18Antonio Balbino de Carvalho FilhoELEITO—
4Antonio Cordeiro de MirandaELEITO3.70810,97%
19Antonio Dantas PonteSUPLENTE—
20Antonio de Aragão Bulcão JuniorSUPLENTE—
21Antonio do Amaral Ferrão MunizELEITO—
22Antonio P. da Costa e SilvaSUPLENTE—
23Antonio Paiva SarmentoSUPLENTE—
24Antonio Santos OliveiraSUPLENTE—
25Antonio Viarma D. da SilvaSUPLENTE—
26Aristides Borges MendesSUPLENTE—
28Arthur Cezar BerenguerELEITO—
29Augusto Publico PereiraELEITO—
30Carlito Onofre da SilvaSUPLENTE—
31Carlos Antunes TeixeiraELEITO—
32Carlos Marques MonteiroELEITO—
33Carlos Olympio de AzevedoSUPLENTE—
34Crescencio Antunes da SilveiraELEITO—
35Crescencio Guimarães LacerdaELEITO—
36Demerval de Oliveira ViannaELEITO—
37Demosthenes Nunes Santa SéSUPLENTE—
38Domingos VellosoELEITO—
41Elpidio Raymundo da NovaELEITO—
8Elysio de Moura MedradoELEITO3.55710,52%
42Emilio Diniz da SilvaSUPLENTE—
43Epaminondas Berbert de CastroSUPLENTE—
44Eutropio dos Santos ReisSUPLENTE—
45Eutyehio P. BahiaSUPLENTE—
46Fabio Augusto Rodrigues da CostaELEITO—
47Francisco Cotias LebreSUPLENTE—
3Francisco José FernandesELEITO3.77311,16%
48Francisco Rocha PiresSUPLENTE—
49Gilberto ValenteELEITO—
50Guilherme de Andrade FilhoSUPLENTE—
51Humberto Pacheco de MirandaELEITO—
52Jayme BaleeiroSUPLENTE—
53Jayme Junqueira AyresELEITO—
54João Bião de CerqueiraSUPLENTE—
55João Carlos Borges de SouzaSUPLENTE—
56João da Costa Pinto Dantas JuniorELEITO—
57João Mendes da Costa FilhoSUPLENTE—
58João Raul de Freitas BarrosSUPLENTE—
59José de Castro BastosSUPLENTE—
6José de Freitas JatobáELEITO3.59310,63%
60Juvencio Candido XavierSUPLENTE—
61Luiz Antonio Ferreira CoelhoSUPLENTE—
62Luiz Rogerio de SouzaSUPLENTE—
5Manoel Caetano da Rocha PassosELEITO3.60210,66%
7Manoel de Mattos Correa de MenezesELEITO3.56710,55%
63Manoel Duarte de Oliveira JuniorELEITO—
64Manoel Pinto de AguiarELEITO—
65Maria Luiza BittencourtELEITO—
66Mario de Castro RebelloELEITO—
68Nelson de Souza CarneiroSUPLENTE—
69Nestor Ayres da SilvaELEITO—
1Nestor DuarteELEITO4.52113,38%
70Octavio Pedreira da SilvaELEITO—
72Ovidio Antunes TeixeiraELEITO—
73Pacifico de Souza BrandãoSUPLENTE—
74Paulo Pereira de AlmeidaSUPLENTE—
75Pedro Virgilio dos SantosSUPLENTE—
76Plinio de Magalhães CostaSUPLENTE—
77Plinio Moscoso FilhoSUPLENTE—
78Raphael JambeiroELEITO—
79Raymundo de Souza BrittoSUPLENTE—
81Reynaldo Sepulveda da SilvaSUPLENTE—
82Sylvino KruschewskiSUPLENTE—
2Vicente Pacheco de OliveiraELEITO3.92111,60%
83Waldomiro Lins de AlbuquerqueSUPLENTE—
84Walter Pimentel BittencourtELEITO—
Mostrando 84 de 84. O número à esquerda é a posição na votação.
O "segundo turno" para deputados nas eleições de 1933 e 1934 não significava uma nova ida dos eleitores às urnas em outra data, mas sim um complexo método de contagem de votos na mesma cédula, instituído pelo Código Eleitoral de 1932. Naquele sistema de "dois turnos simultâneos", o cidadão votava escrevendo uma lista com vários nomes na cédula. O primeiro turno consistia na apuração exclusiva do primeiro nome dessa lista, cujos votos serviam para distribuir as cadeiras de forma proporcional aos partidos que atingiam o quociente eleitoral. Como esse cálculo matemático quase sempre deixava cadeiras vazias (as chamadas "sobras"), realizava-se imediatamente o segundo turno, que era a contagem dos demais nomes escritos pelo eleitor na mesma cédula. Essas vagas remanescentes eram preenchidas, então, pelos candidatos mais votados nessa segunda contagem, utilizando uma lógica de maioria simples. Tratava-se, portanto, de um sistema misto de apuração (proporcional e majoritário) feito de uma só vez no mesmo dia de votação, mecanismo que deixou de existir nas legislações eleitorais brasileiras posteriores.