G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
O mesmo cargo aparece duas vezes porque um lugar votou em data diferente do resto do país (por adiamento, por exemplo).
Só aparecem os estados com cidades que foram ao 2º turno nesta eleição.
Prefeito é eleito cidade a cidade. O número ao lado da sigla é quantas cidades do estado tiveram esta eleição.
Aptos: eleitores que podiam votar. Comparecimento: quantos foram às urnas. Abstenções: quantos faltaram (aptos − comparecimento). Brancos e Nulos: quem compareceu mas não escolheu um candidato válido. Válidos: os votos que contam para os candidatos (comparecimento − brancos − nulos); é sobre eles que o percentual é calculado.
5.494 prefeituras, distribuídas entre 29 partidos.
Isto não é uma Casa. Cada disputa aqui tem um vencedor só; a barra soma quantas prefeituras cada partido conquistou no país inteiro, o que dá a medida de força da legenda naquela eleição, não uma bancada que se reúne. Onde houve 2º turno, vale o resultado dele, e cada lugar é contado uma única vez. A soma não fecha com 5.566: em 72 o TSE não registra ninguém eleito: casos de registro indeferido ou disputa ainda em julgamento. E esse total tampouco alcança o número de municípios do país: o Distrito Federal e Fernando de Noronha não elegem prefeito, e alguns municípios tiveram a eleição anulada e votaram só em eleição suplementar, contada à parte. Vale o partido na eleição: quem trocou de legenda depois da posse não muda este número.