Fabio Feldmann (Fabio José Feldmann) disputou 5 eleições entre 1986 e 2010, para governador e deputado federal, segundo os dados do TSE. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1994 e 1986. A maior votação foi em 2010, para governador por SP: 940.379 votos. Na campanha de 2010 para governador por SP, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 451 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 164 mil de doações privadas (18 doadores), R$ 698 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 463 mil), serviços de terceiros (R$ 366 mil) e pessoal (R$ 134 mil).
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Evolução da votação nas eleições
940.379 votos em 2010 · 5 eleições
A votação de Fabio José Feldmann em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2010: R$ 1,5 milhão em receitas · R$ 1,5 milhão em gastos contratados
Fabio Feldmann declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: governador por São Paulo em 2010. Na campanha mais recente, em 2010, declarou R$ 1,5 milhão em receitas: R$ 200 mil do Fundo Partidário, R$ 451 mil de outros recursos do partido e de outras campanhas, R$ 164 mil de doações privadas (18 doadores), R$ 698 mil de empresas e R$ 1 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 1,5 milhão, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 463 mil) e serviços de terceiros (R$ 366 mil).
Fundo Partidário 13% · partido e outras campanhas 30% · pessoas 11% · empresas 46% · próprios menos de 1%
Gasto contratado
R$ 1,5 milhão
o TSE não publica o pago deste ano
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 463 mil30,9%
Serviços de terceirosR$ 366 mil24,4%
PessoalR$ 134 mil9,0%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 97 mil6,4%
Outras 19 categoriasinclui R$ 8 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 440 mil29,3%
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Deputado Federal · 2002SUPLENTE59.944GSP · 47 anos · Superior completo · Advogado · PSDB · nº 4567 · ver resultado completo
Coligação: PSDB / PFL / PSD
Deputado Federal · 1998SUPLENTE49.873GSP · 43 anos · Superior completo · Advogado · PSDB · nº 4567 · ver resultado completo
Coligação: PSD / PSDB / PTB
Deputado Federal · 1994ELEITO74.714GSP · 39 anos · Superior completo · Advogado · PSDB · nº 4567 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
Deputado Federal · 1986ELEITO46.183GSP · 31 anos · PMDB · nº 1566 · ver resultado completoCâmara dos Deputados
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.