Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Rogerio Menezes (Rogério Menezes de Mello) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para prefeito, vice-governador, vice-prefeito, 2º suplente senador, deputado federal e vereador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2012, para prefeito em Campinas/SP: 14.109 votos, anulados segundo os dados do TSE. Na campanha de 2020 para prefeito em Campinas/SP, declarou R$ 227 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 29 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 223 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 49 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 32 mil). Na campanha de 2012, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 99 mil, 58% com publicidade por materiais impressos.
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Evolução da votação nas eleições
5.490 votos em 2020 · 7 eleições
A votação de Rogerio Menezes de Mello em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
VereadorDep. FederalSenadorPrefeitoGovernadorvotação da chapa (vice/suplente)
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. "Votos anulados" = votos digitados nas urnas que, segundo os dados do TSE, não entram nos votos válidos (a situação do registro está na lista abaixo). A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
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Financiamento das campanhas
2020: R$ 227 mil em receitas · R$ 223 mil em gastos
Rogerio Menezes declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: prefeito em Campinas (SP) em 2012 e 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 227 mil em receitas: R$ 150 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 15 mil do Fundo Partidário, R$ 29 mil de doações privadas (11 doadores) e R$ 33 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 223 mil, principalmente com produção de programas de rádio, televisão ou vídeo (R$ 49 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 46 mil). Em 2012, 58% dos R$ 99 mil em gastos contratados foram com publicidade por materiais impressos.
Receitas em 2020R$ 227 milcampanha encerrada
Gastos em 2020R$ 223 milcampanha encerrada; tudo pago
Gastos em 2012R$ 99 milcontratados, campanha encerrada
Fundo Partidário 46% · partido e outras campanhas 25% · pessoas 6% · empresas 1% · próprios 21%
Gasto contratado
R$ 99 mil
o TSE não publica o pago deste ano
Materiais impressosR$ 57 mil57,8%
Produção de programas de rádio, televisão ou vídeoR$ 20 mil20,2%
Publicidade por jornais e revistasR$ 5 mil4,7%
Criação e inclusão de páginas na internetR$ 4 mil3,8%
Outras 6 categoriasinclui R$ 5 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 13 mil13,5%
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Prefeito · 2012VOTOS ANULADOSINDEFERIDO14.109LCampinas, São Paulo · 44 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 43 · votos fora dos válidos, segundo os dados do TSE · ver resultado completo
Vice-Governador · 2010NÃO ELEITO940.379GSP · 42 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 43 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
Vice-Prefeito · 2008NÃO ELEITO15.379LMarília, São Paulo · 40 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 45 · vice não recebe voto nominal · ver resultado completo
2º Suplente Senador · 2006NÃO ELEITO187.587GSP · 38 anos · Superior completo · Professor de Ensino Superior · PV · nº 430 · suplente de senador não recebe voto nominal · ver resultado completo
Deputado Federal · 2002SUPLENTE6.745GSP · 34 anos · Superior completo · PV · nº 4353 · ver resultado completo
Vereador · 1996SUPLENTE560LMarília, São Paulo · 28 anos · Dado Inexistente · PSB · nº 40608 · ver resultado completo
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.