- Serviços de terceirosR$ 156 mil34,3%
- Eventos de promoção da candidaturaR$ 115 mil25,3%
- Cessão ou locação de veículosR$ 48 mil10,5%
- Combustíveis e lubrificantesR$ 44 mil9,7%
- Outras 11 categoriasR$ 92 mil20,2%
Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Jeová Alencar (Jeová Barbosa de Carvalho Alencar) disputou 5 eleições entre 2012 e 2024, para vice-prefeito, deputado estadual e vereador. Ele foi eleito 5 vezes: vice-prefeito de Teresina em 2024; deputado estadual em 2022; vereador de Teresina em 2020, 2016 e 2012. A maior votação foi em 2022, para deputado estadual por PI: 44.095 votos. Em 2026, foi candidato a vice-governador por PI pelo UNIÃO. Na Assembleia Legislativa do Estado do Piauí, indicou R$ 5,6 milhões em 26 emendas estaduais ao orçamento de 2025; 100% desse valor já foi pago. Na campanha de 2022 para deputado estadual por PI, declarou R$ 546 mil em receitas: R$ 9 mil do Fundo Partidário, R$ 403 mil de outros recursos do partido, R$ 95 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 455 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 156 mil), eventos de promoção da candidatura (R$ 115 mil) e cessão ou locação de veículos (R$ 48 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 72 mil em 2020 e R$ 76 mil em 2016.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Jeova Barbosa de Carvalho Alencar em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Jeová Alencar declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: vereador em Teresina (PI) em 2012, 2016 e 2020, e deputado estadual por Piauí em 2022. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2022, declarou R$ 546 mil em receitas: R$ 9 mil do Fundo Partidário, R$ 403 mil de outros recursos do partido, R$ 95 mil de doações privadas (33 doadores) e R$ 38 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 455 mil, principalmente com serviços de terceiros (R$ 156 mil) e eventos de promoção da candidatura (R$ 115 mil). Em 2020, R$ 72 mil em gastos; em 2016, R$ 76 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2022: dados do TSE de 13/09/2026; 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
Na Assembleia Legislativa do Estado do Piauí, Jeová Alencar indicou R$ 5,6 milhões em 26 emendas estaduais ao orçamento de 2025 (legislatura 2023 a 2026). Até a coleta na fonte, 100% desse valor estava pago. O órgão que mais recebeu foi Coordenadoria de Enfrentamento As Drogas e Fomento Ao Lazer (70%).2
| Orçamento | Indicado | Pago | % pago | Emendas | Municípios |
|---|---|---|---|---|---|
| 2025 | R$ 5,6 milhões | R$ 5,6 milhões | 100% | 26 | 0 |
Órgãos que mais receberam
Fonte: Assembleia Legislativa do Piaui (ALEPI) e Portal da Transparencia PI — emendas impositivas 2026 (planejado) + execucao 2023–2025, organizado pelo Radar do Voto. Ficam fora do total as emendas impedidas e as de bancada, de comissão e de relator, que não têm um autor só. "Pago" é o estágio atual de cada emenda na fonte.
Ver todas as emendas no Radar das Emendas ›
Isenção de responsabilidade. Informação de caráter informativo, organizada pelo Radar do Voto a partir de dados públicos oficiais. Não substitui a consulta à fonte oficial: o portal de transparência do Governo do Piauí e a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí. O Radar do Voto não se responsabiliza por decisões tomadas só com base nesta informação. ↩
Análise gerada com IA. Os textos de resumo e de análise desta seção foram gerados com auxílio de inteligência artificial a partir desses dados e podem conter imprecisões. Na dúvida, valem os números da fonte oficial. ↩
Pode estar desatualizada. Os valores de empenho e de pagamento mudam ao longo do ano, e esta seção pode não refletir a publicação oficial mais recente. ↩
Sobre os dados estaduais. Cada estado publica as emendas parlamentares em formato próprio, com nível de detalhe e prazo de publicação diferentes. Por isso pode haver emenda sem município identificado, valor remanejado para outra finalidade e pagamento que só aparece na fonte algum tempo depois. Os números estaduais desta ficha são uma aproximação: antes de qualquer uso oficial, confira no portal de transparência do Governo do Piauí e a Assembleia Legislativa do Estado do Piauí. ↩
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.
A candidatura de 2026 vem do registro de candidaturas publicado pelo TSE (a eleição é em 4 de outubro de 2026). O resultado ainda não faz parte desta base, e por isso essa linha aparece sem votação. O TSE republica esse arquivo enquanto os registros são julgados.