Em 2022, quem venceu a disputa ao Senado no Amapá fez 196.087 votos, entre 8 candidatos.
| Ano | Cadeiras | Candidatos | Corte | Mais votado | 1º de fora |
|---|---|---|---|---|---|
| 2022 | 1 | 8 | 196.087 | 196.087 | 174.128 |
| 2018 | 2 | 9 | 128.186 | 264.798 | 45.999 |
| 2014 | 1 | 9 | 131.695 | 131.695 | 124.438 |
| 2010 | 2 | 6 | 130.411 | 203.259 | 121.015 |
| 2006 | 1 | 7 | 152.486 | 152.486 | 123.378 |
| 2002 | 2 | 6 | 98.153 | 124.417 | 94.130 |
| 1998 | 1 | 5 | 97.466 | 97.466 | 53.037 |
| 1994 | 2 | 9 | 46.798 | 50.249 | 35.473 |
Disputa majoritária: vence quem faz mais votos, sem quociente partidário. O Senado renova dois terços e um terço alternadamente: por isso o número de cadeiras muda de uma eleição para a outra.
A tabela acima já traz todos os anos de 1994 em diante. Para ver uma eleição anterior a 1994, escolha o ano em Ano da eleição, logo abaixo.
3 cadeiras no Senado Federal, distribuídas entre 3 partidos.
Cadeiras eleitas, do resultado oficial do TSE. É a composição que saiu das urnas, não a que a Casa teve ao longo da legislatura: quem trocou de partido depois da eleição não muda este número. A contagem soma os eleitos, sem recalcular quociente, então ela fecha com o tamanho legal da Casa.
Cada legenda pelo total de votos (nominais + voto de legenda), inclusive as que não fizeram cadeira.
Clique em um candidato para ver o histórico de candidaturas dele.
A tabela do corte cobre de 1994 a 2022; o resultado por eleição vai até onde o TSE publica cada cargo. Só aparecem eleições gerais: prefeito e vereador não se apuram por estado, e estão na aba Cidades.
O percentual sobre válidos não é exibido nesta tabela: os votos válidos incluem o voto de legenda, que não vai para candidato nenhum.