Geovani Borges

Foto de Geovani Pinheiro Borges
Geovani Borges
Geovani Pinheiro Borges (nome civil)
9 eleições entre 1982 e 2018 · último partido MDB
65 anos em 2018 · Masculino · Superior completo
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Segundo o Radar do Voto, com dados do TSE, Geovani Borges (Geovani Pinheiro Borges) disputou 9 eleições entre 1982 e 2018, para 1º suplente, 1º suplente senador, prefeito, deputado federal e senador. Ele foi eleito 2 vezes: deputado federal em 1986 e 1982. A maior votação foi em 1990, para senador por AP: 21.376 votos. Na campanha de 2008 para prefeito em Santana/AP, declarou R$ 206 mil em receitas: R$ 76 mil de outras campanhas, R$ 50 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 80 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 206 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 38 mil), publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil) e combustíveis e lubrificantes (R$ 25 mil).

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Evolução da votação nas eleições

8.820 votos em 2008 · 9 eleições

A votação de Geovani Pinheiro Borges em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.

Dep. FederalSenadorPrefeitovotação da chapa (vice/suplente)

A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.

Financiamento das campanhas

2008: R$ 206 mil em receitas · R$ 206 mil em gastos contratados

Geovani Borges declarou receitas e gastos ao TSE em 1 campanha: prefeito em Santana (AP) em 2008. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 206 mil em receitas: R$ 76 mil de outras campanhas, R$ 50 mil de doações privadas (3 doadores) e R$ 80 mil de empresas. Os gastos contratados somam R$ 206 mil, principalmente com publicidade por placas, estandartes e faixas (R$ 38 mil) e publicidade por materiais impressos (R$ 29 mil).

Receitas em 2008R$ 206 milcampanha encerrada
Gastos em 2008R$ 206 milcontratados
Campanhas12008

Arrecadação, de onde veio o dinheiro:

  • Outros recursos do partido e de outras campanhas
  • Doações de pessoas (inclui vaquinha)
  • Empresas (até 2014)
2008Prefeito, Santana (AP)Ver doadores e gastos ›
Arrecadado
R$ 206 mil
3 doadores pessoas físicas
partido e outras campanhas 37% · pessoas 24% · empresas 39%
Gasto contratado
R$ 206 mil
o TSE não publica o pago deste ano
  • Publicidade por placas, estandartes e faixasR$ 38 mil18,3%
  • Materiais impressosR$ 29 mil14,2%
  • Combustíveis e lubrificantesR$ 25 mil12,1%
  • Pré-instalação física de comitê de campanha de candidatoR$ 15 mil7,3%
  • Outras 7 categoriasinclui R$ 1 mil lançados como "diversas a especificar"R$ 99 mil48,1%

Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.

Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.

Ver doadores, fornecedores e gastos ›

Candidaturas

9 candidaturas · eleito em 1982 e 1986

A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.

G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.

Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.

A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.

@radardovotobrasilMapa do Voto (11) 91111-2892