- Materiais impressosR$ 7 mil93,7%
- Produção de jingles, vinhetas e slogansR$ 3004,1%
- Encargos financeiros e taxas bancáriasR$ 1391,9%
- Outras 1 categoriainclui R$ 17 lançados como "diversas a especificar"R$ 170,2%
Meire Vaz (Rosemeire Luiz Gonzaga Vaz) disputou 7 eleições entre 1996 e 2020, para vice-prefeita, vereadora, deputada federal, deputada estadual e prefeita. Não consta como eleita em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 1996, para prefeita em Parauapebas/PA: 4.395 votos. Na campanha de 2008 para vereadora em Parauapebas/PA, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil), produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300) e encargos financeiros e taxas bancárias (R$ 139). Na campanha de 2006, já encerrada, declarou gastos contratados de R$ 10 mil.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Rosemeire Luiz Gonzaga Vaz em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. A barra hachurada marca vice de executivo ou suplente de senador: eles não recebem voto nominal, então a barra mostra a votação da chapa do titular (por isso o "chapa" ao lado do número). Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Meire Vaz declarou receitas e gastos ao TSE em 2 campanhas: deputada federal por Pará em 2006, e vereadora em Parauapebas (PA) em 2008. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2008, declarou R$ 7 mil em receitas: R$ 2 mil de outras campanhas, R$ 3 mil de doações privadas e R$ 2 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 7 mil, principalmente com publicidade por materiais impressos (R$ 7 mil) e produção de jingles, vinhetas e slogans (R$ 300). Em 2006, R$ 10 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Vice e suplente não têm conta de campanha própria: a conta é a da chapa do titular.
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.