- PessoalR$ 93 mil54,4%
- Impulsionamento de conteúdosR$ 67 mil39,1%
- Publicidade por adesivosR$ 4 mil2,2%
- Materiais impressosR$ 2 mil1,3%
- Outras 5 categoriasR$ 5 mil3,1%
Martiniano Cavalcante (Martiniano Pereira Cavalcante Neto) disputou 9 eleições entre 1994 e 2020, para vereador, deputado estadual, prefeito, deputado federal, senador e governador. Não consta como eleito em nenhuma delas nos resultados do TSE. A maior votação foi em 2002, para senador por GO: 267.071 votos. Na campanha de 2020 para vereador em Goiânia/GO, declarou R$ 175 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 54 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 170 mil, principalmente com pessoal (R$ 93 mil), impulsionamento de conteúdos (R$ 67 mil) e publicidade por adesivos (R$ 4 mil). Nas campanhas anteriores, já encerradas, declarou gastos contratados de R$ 99 mil em 2010 e R$ 59 mil em 2008.
Ver doadores, fornecedores e gastos detalhados da campanha ›
A votação de Martiniano Pereira Cavalcante Neto em cada eleição que disputou, do mais antigo ao mais recente. Todas na mesma escala (a maior votação registrada); a cor indica o cargo.
A barra mais longa (a que vai até o fim) é a maior votação registrada em qualquer cargo, tenha sido eleita ou não; ela serve de régua, e todas as outras barras são do tamanho proporcional a ela (quanto mais longa a barra, mais votos). O que diz se foi eleito é o preenchimento, não o tamanho: barra preenchida (colorida) = eleito; só o contorno tracejado = não eleito; "ao 2º turno" = foi para o 2º turno. Do mais antigo (topo) ao mais novo. Clique em uma barra para ver o resultado daquela eleição. A prestação de contas de cada candidatura está na lista abaixo.
Martiniano Cavalcante declarou receitas e gastos ao TSE em 4 campanhas: deputado federal por Goiás em 2006, prefeito em Goiânia (GO) em 2008, deputado estadual por Goiás em 2010, e vereador em Goiânia (GO) em 2020. Os valores são os da época de cada campanha, sem correção pela inflação. Na campanha mais recente, em 2020, declarou R$ 175 mil em receitas: R$ 100 mil do Fundo Eleitoral (FEFC), R$ 11 mil de outras campanhas, R$ 54 mil de doações privadas (9 doadores) e R$ 10 mil de recursos próprios. Os gastos contratados somam R$ 170 mil, principalmente com pessoal (R$ 93 mil) e impulsionamento de conteúdos (R$ 67 mil). Em 2010, R$ 99 mil em gastos contratados; em 2008, R$ 59 mil em gastos contratados.
Arrecadação, de onde veio o dinheiro:
Fonte: prestações de contas entregues ao TSE (dados abertos). O Radar do Voto tem esses dados a partir de 2006 nas eleições gerais e de 2008 nas municipais; campanhas anteriores não aparecem. 2020: dados do TSE de 12/09/2026. Gasto contratado é o total das despesas que a campanha declarou; o pago é a parte já quitada (o TSE só publica o pago a partir de 2018). As categorias de gasto são as do TSE; o detalhe por fornecedor fica no painel. Doação de empresa é proibida desde 2015.
A trajetória desta pessoa nas urnas, da candidatura mais recente à mais antiga.
G é Eleição Geral: presidente, governador, senador e deputados. L é Eleição Local (municipal): prefeito e vereador. De 1933 a 1990 o TSE não publica cargo municipal, então esses anos são todos G.
Uma candidatura sem votação é registro que não foi à urna: pelos dados do TSE, registro não deferido, renúncia, ou vice, que não recebe voto nominal.
A cor ou raça é a que a própria pessoa declarou ao TSE no registro de cada candidatura. O Tribunal passou a coletar essa informação em 2014; por isso ela não aparece nas candidaturas anteriores.